Sintrajufe/RS divulga vencedores dos concursos literário e fotográfico


15.Dezembro.2020 - 16h15min

No ano de 2020, o Sintrajufe/RS promove o 16º Concurso Fotográfico e o 16º Concurso Literário Mario Quintana. São diversas categorias, que abarcam tanto os colegas sindicalizados e sindicalizadas quanto o público externo, no Rio Grande do Sul e nacionalmente. Dessa vez, por conta da pandemia, não haverá cerimônia de premiação, mas, nesta matéria, o sindicato divulga os nomes dos vencedores e das vencedoras em cada categoria.

Em 2020, não haverá produção do livro impresso com os textos vencedores do concurso. Porém, será editado um ebook para ampliar o acesso público a esses textos e divulgar os trabalhos dos autores. No caso das fotografias, esses trabalhos serão incluídos normalmente nos calendários confeccionados pelo sindicato. Por conta de não haver a tradicional cerimônia de premiação, os troféus (e, no caso do concurso fotográfico, os calendários) serão enviados pelos Correios para os endereços informados na inscrição.

O diretor do Sintrajufe/RS Paulinho Oliveira comenta a importância de que o sindicato tenha mantido, dentro do possível, suas atividades e ações culturais, apesar da pandemia: “Foram várias ações culturais realizadas ao longo do ano, que fizeram com que o sindicato tivesse essa movimentação para tentar manter vivas as coisas que eram feitas antes da pandemia. Essa pandemia que nos fechou em casa, que nos assustou, que nos deixou no mais triste desamparo, sobretudo das autoridades federais, um governo que não passa de um governo monstruoso, genocida, que não olhou para as pessoas. A arte se coloca em um momento que não é só de resistência, é de enfrentamento. Para esse momento, a arte se torna o enfrentamento a isso, pelo simples fato de que é criação e expressão, é vida sendo gestada na sensibilidade expressiva das pessoas. A obra de arte como resultado de um processo criativo e crítico é enfrentamento para um momento como esse, de obscuridade”.

Para Paulinho, a arte tem um papel fundamental no enfrentamento a este momento: “Pela experiência que se tem com o sublime, com a emoção produzida pela arte, a gente consegue fazer esse enfrentamento, consegue tentar, pelo menos, em um espaço que é de nicho, minoritário em relação à amplitude da sociedade, mas a gente consegue produzir pensamento, consegue levar as pessoas a se emocionarem. E a emoção é uma porta aberta à consciência crítica, se isso for trabalhado com sensibilidade. Não se faz nem política nem nada sem emoção. Nesses momentos tão difíceis, a emoção é um elemento necessário e indispensável para que a gente possa produzir ações concretas”.

Veja abaixo os vencedores:

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