Outubro Rosa: Mês para reforçar a importância da conscientização e da informação no combate ao câncer de mama


09.Outubro.2020 - 13h29min

O mês de outubro já se tornou conhecido como momento de fortalecimento das ações de conscientização sobre o câncer de mama. Entramos agora em mais um Outubro Rosa retomando essa perspectiva: os cuidados e a identificação prematura ajudam a salvar vidas e a combater este que é um dos mais comuns tipos de câncer.

Mais de 50 mil novos casos de câncer de mama são identificados anualmente no Brasil. E a melhor forma de enfrentá-lo é com a prevenção: detectado na fase inicial, o câncer é derrotado em 95% dos casos. Para isso, há dois caminhos necessários: a realização periódica de mamografias e o autoexame. Este último, porém, ajuda, mas é insuficiente. As mamografias, por sua vez, podem ser realizadas gratuitamente, via Sistema Único de Saúde (SUS). O SUS também oferece tratamento para o câncer de mama.

Há vários tipos de câncer de mama, motivo pelo qual a doença pode evoluir de diferentes formas. Alguns tipos têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem mais lentamente. Esses comportamentos distintos se devem a características próprias de cada tumor.

Há fatores de risco importantes para o câncer de mama e, por outro lado, ações pessoais que podem ajudar a evita-lo. Entre os fatores de risco, estão obesidade e sobrepeso, sedentarismo, consumo de bebida alcoólica, exposição frequente a radiações ionizantes. Além destes fatores ambientais e comportamentais, fatores genéticos e hereditários e da história reprodutiva e hormonal da mulher podem influenciar. Por outro lado, cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis como praticar atividade física, alimentar-se de forma saudável, manter o peso corporal adequado, evitar o consumo de bebidas alcóolicas e amamentar.

O câncer de mama pode ser percebido nas fases iniciais, na maioria dos casos, por meio dos seguintes sintomas e sinais: nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor (é a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher); pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja; alterações no bico do peito (mamilo); pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço; saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos.

O câncer de mama pode ser detectado em fases iniciais, em grande parte dos casos, aumentando assim a possibilidade de tratamentos menos agressivos e com taxas de sucesso satisfatórias. Além disso, o Ministério da Saúde recomenda que a mamografia de rastreamento (exame realizado quando não há sinais nem sintomas suspeitos) seja ofertada para mulheres entre 50 e 69 anos, a cada dois anos. Mulheres com risco elevado de câncer de mama devem conversar com seu médico para avaliação do risco e definição da conduta a ser adotada.

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