Sintrajufe/RS abre novo grupo focal de escuta e atendimento psicológico


21.Setembro.2020 - 11h59min

O Sintrajufe/RS abrirá um novo grupo focal para escuta e atendimento psicológico à categoria, com encontros às segundas-feiras, às 18h30min. Serão no mínimo quatro e, no máximo, oito participantes. A inscrição deve ser feita pelo e-mail saude@sintrajufe.org.br ou pelo WhatsApp, pelo número (51) 99568-2078, até sexta-feira, 25. As atividades do primeiro grupo iniciaram-se na semana passada e seguem por quatro encontros.

Todos os servidores e servidoras do Judiciário Federal e do Ministério Público da União no Rio Grande do Sul, ativos e aposentados, podem se inscrever. As reuniões serão coordenadas pela psicóloga Vera Moura, que faz parte da assessoria de saúde do Sintrajufe/RS e foi contratada para dar início a esse projeto de atenção ao sofrimento psíquico da categoria, principalmente neste momento difícil imposto pela pandemia.

Serão cinco encontros semanais e cada encontro terá uma hora e meia de duração. Os encontros serão à distância, por videoconferência, por conta da pandemia e para facilitar a participação de colegas do interior.

O projeto

O projeto de escuta e atendimento psicológico nasceu a partir da preocupação do Sintrajufe/RS com a saúde mental da categoria, por conta da sobrecarga de trabalho, das preocupações e das incertezas geradas pela pandemia.

A partir da escuta feita nos grupos focais já realizados pelo sindicato, que tinham como objetivo subsidiar a pesquisa sobre condições de trabalho remoto na pandemia, a equipe da Secretaria de Saúde e Relações de Trabalho (SSRT) do Sintrajufe/RS identificou a necessidade de dar mais atenção ao tema e abrir espaços permanentes de escuta.

Partilha e novas experiências

A psicóloga Vera Moura afirma que, a partir dos grupos focais, os participantes podem se deslocar “desse lugar passivo de sofrimento, para que, na partilha do que está acontecendo, se autorizem a novas experiências mais ativas”. De acordo com Vera, os grupos propiciam que as pessoas saiam da solidão de acharem que são as únicas que estão sofrendo. A partir da partilha de experiências, pode criar “uma nova posição, de se arriscar a outras experiências”.

Ela ressalta que “a humanidade se solidariza no grupo, ao perceber que não está só, poder falar sobre isso, encontrar outro sentido para essa circunstância. A ideia é poder compartilhar o sofrimento e criar novas alternativas para viver este momento”.

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