Sintrajufe/RS participa de plenária estadual para lançamento da campanha “Fora, Bolsonaro”


08.Julho.2020 - 16h15min

O Sintrajufe/RS participou, na tarde dessa terça-feira, 7, do lançamento, no Rio Grande do Sul, da campanha “Fora, Bolsonaro”. A Plenária Estadual de Mobilização pela Vida, pela Democracia, pelo Emprego e pela Renda reuniu centrais sindicais, sindicatos e representações de negras e negros, mulheres, estudantes, juventude, advogados, juízes, torcidas antifascistas, entre outros, de várias regiões do Rio Grande do Sul. Devido à pandemia do novo coronavírus, a atividade, que contou com a presença de cerca de cem representantes de movimentos sindicais e sociais, ocorreu de maneira online.

A campanha estadual integra-se ao movimento nacional, com mais de 40 organizações (movimentos sindical e social, segmentos de defesa do meio ambiente, religiosos, culturais etc.), pelo fim do governo Bolsonaro. No Rio Grande do Sul, a Frente de Centrais Sindicais já promoveu a colagem de cartazes, em Porto Alegre e na Região Metropolitana, além de outdoors na capital e no interior.

Mobilizações estão marcadas para dias 10 e 11

Nesta semana, estão marcadas atividades de mobilização da campanha, tanto em nível estadual quanto nacional.

Na sexta-feira, 10, às 10h, terá a live estadual, “Em defesa da vida, da democracia, do emprego e da renda: fora, Bolsonaro”. Às 11h, haverá tuitaço convocado em nível nacional; e às 20h, panelaço. Durante todo o dia, a orientação é que as pessoas coloquem um pano preto na janela, em sinal de adesão à campanha.

No dia 11, às 15h, ocorrerá a plenária nacional da campanha. A atividade ocorrerá em meio virtual. Informações sobre acesso serão divulgadas em breve.

Fora, Bolsonaro e suas políticas de destruição da vida e da economia

Durante a Plenária Estadual dessa terça-feira, manifestaram-se as centrais sindicais e os movimentos sociais. Nas falas, ficou evidente o entendimento de que não basta sair Bolsonaro; é preciso que seu governo chegue ao fim, uma vez que esse governo, tendo à frente o ministro da Economia, Paulo Guedes, baseia suas propostas em privatizar, precarizar, retirar direitos.

O negacionismo e até a ridicularização da gravidade da pandemia, as medidas que só beneficiaram os mais ricos, prejudicando ainda mais os mais pobres, foram citados. A pandemia, disseram vários que se manifestaram, está servindo como uma desculpa para acelerar esse processo, retirando até mesmo as conquistas trabalhistas mais básicas.

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