Em reunião com Sintrajufe/RS, procurador-chefe da PRR4 garante que trabalho remoto segue pelo menos até o final de julho


19.Junho.2020 - 16h41min

O Sintrajufe/RS reuniu-se nesta sexta-feira, 19, virtualmente, com o procurador-chefe da PRR4, Marcelo Veiga Beckhausen, para tratar da continuidade do trabalho remoto dos servidores e das servidoras. O sindicato defendeu a manutenção do trabalho à distância enquanto essa medida for necessária para a garantia da saúde dos colegas, e o procurador garantiu que o retorno ao trabalho presencial não acontecerá antes de 31 de julho. Participaram da reunião as diretoras do Sintrajufe/RS Arlene Barcellos e Clarice Camargo e os diretores Anderson Mangine e Zé Oliveira. Por parte da administração, além do procurador, participaram da reunião a chefe de gabinete, Patrícia Coelho Py, e o secretário regional da Procuradoria Regional da República da 4ª Região (PRR4), Daniel de Lima Saldanha.

Os representantes e as representantes do Sintrajufe/RS lembraram as resoluções recentes dos conselhos federais e as decisões dos tribunais regionais no Rio Grande do Sul que vêm ampliando o período de trabalho remoto, considerando-se que a pandemia do novo coronavírus segue avançando e, até o momento, não há sinais de desaceleração. Assim, os dirigentes sindicais reforçaram a posição da entidade no sentido de manutenção do trabalho remoto, protegendo a vida e a saúde dos servidores, de suas famílias e dos jurisdicionados. Além disso, lembraram que os trabalhadores e as trabalhadoras que tiverem a possibilidade de trabalhar de casa, situação da categoria, devem fazê-lo, já que isso protege não apenas essas pessoas, mas ajuda o conjunto da população a conter o vírus.

Em suas falas ao longo da reunião, os sindicalistas também comentaram o que vem sendo feito nos tribunais do RS, destacando que o Sintrajufe/RS se mantém em contato com todas as administrações e tem defendido a mesma política em todos os casos – o TRF4 ampliou as medidas de proteção pelo menos até o final de julho, enquanto a administração do TRT4, em reunião com o sindicato, informou que não há perspectiva de retorno às atividades presenciais antes de agosto ou setembro. Ao mesmo tempo, defenderam que, quando o retorno for possível, deve ser feito com todos os cuidados possíveis, garantindo a proteção dos servidores e das servidoras – o que deve ser aplicado também aos que, pelas especificidades de suas funções, cumprem alguma atividade essencial de forma presencial.

O procurador informou que, por enquanto, a data prevista para retorno após 31 de julho, conforme a normativa nacional. Porém, destacou que, caso nessa data a situação continue grave, as medidas deverão ser ampliadas. O momento não é adequado para o retorno às atividades presenciais, o que seria “prematuro, perigoso” e colocaria em risco a saúde de todos e todas. Além disso, garantiu que, quando o retorno acontecer, será feito de forma gradual e segura, com a criação de escalas e a disponibilização de todos os equipamentos de proteção necessários.

Tanto o procurador-chefe quanto os demais representantes da administração explicaram que os equipamentos já estão sendo adquiridos para preparar a volta aos locais de trabalho, embora não haja pressa para esse retorno. Face shields, EPIs, painéis de acrílico, álcool gel e outros materiais estão sendo comprados, assim como termômetros e tapetes higiênicos. Ao mesmo tempo, ações de limpeza e higienização do prédio já foram realizadas e serão feitas novamente.

Ao final da reunião, sindicato e administração destacaram a importância do diálogo constante para que os servidores e as servidoras sejam protegidos e para que a categoria e a instituição façam sua parte no enfrentamento coletivo da sociedade à pandemia.

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