Mapa da greve: 18 de março cresce e recebe apoio de entidades em todo país


21.Fevereiro.2020 - 16h21min

A mobilização para o dia nacional de greve do serviço público ganha cada vez mais força em todo país. A greve marcada para o dia 18 de março reafirma o compromisso dos servidores e das servidoras contra o desmonte do Estado e os ataques do governo de Jair Bolsonaro (sem partido) e seus ministros ao funcionalismo público. A data também será importante para ampliar o diálogo com a sociedade e debater as propostas que afetam a vida de todos os brasileiros e brasileiras, como o Plano Mais Brasil.

Diversas categorias já decidiram aderir à greve, parlamentares e movimentos sociais também estarão mobilizados. Entre os sindicatos do Judiciário, estarão paralisados os colegas e as colegas de Alagoas, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo. Os servidores e as servidoras do Amazonas, Roraima, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo também estarão mobilizados no dia 18. Algumas entidades ainda realizarão assembleias sobre a greve: em Brasília, no dia 27 de fevereiro; na Bahia e na Paraíba, no dia 28 de fevereiro; no Rio Grande do Norte, dia 29 de fevereiro; no Mato Grosso, dia 4 de março; em Pernambuco, dia 12 de março; no Pará e no Amapá, no dia 14 de março; e no Piauí, no dia 16 de março. No Maranhão a convocatória será realizada depois do feriado de carnaval. Os sindicatos do Judiciário de Rondônia, do Acre e de Tocantins ainda não definiram datas para assembleia geral sobre o 18 de março.

No Rio Grande do Sul, categoria irá paralisar os trabalhos

Em assembleia do Sintrajufe/RS realizada no dia 1º de fevereiro, a categoria decidiu pela adesão à greve. Os trabalhadores e as trabalhadoras do Judiciário Federal e do Ministério Público da União no Rio Grande do Sul aprovaram por unanimidade a mobilização da categoria durante o dia 18 de março. As atividades previstas ainda estão sendo elaboradas e serão divulgadas pelos meios de comunicação do sindicato.

A adesão é grande em todo país e seguirá cada vez mais fortalecida após as deliberações locais dessas entidades. Os servidores e as servidoras do Judiciário nacional estão atentos e permanecem na defesa do serviço público. A “urgente” reforma administrativa do governo Bolsonaro, que prevê o fim da estabilidade, pode ser votada ainda neste semestre. A greve é necessária não apenas pela defesa do trabalho e das boas condições laborais dos servidores e das servidoras, mas pela permanência e valorização dos serviços públicos essenciais para toda população brasileira.

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