Na luta contra reajuste no plano de assistência à saúde, colega do MPU representa categoria em atividade em Brasília


09.Outubro.2019 - 19h00min
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O Sintrajufe/RS enviou nesta semana o colega Vilson Vicente Possamai Junior (PRR4) a Brasília para participar de uma atividade sobre o reajuste no plano de assistência à saúde para os colegas do Ministério Público da União. Representando a categoria, Vilson esteve em reunião aberta convocada pela Secretaria-Geral do Ministério Público Federal (MPF) e entregou um abaixo-assinado contra a medida.

Na última segunda-feira, 7, o sindicato realizou uma reunião com colegas do MPU para tratar do tema, definindo ações de enfrentamento à mudança. O reajuste, definido pelo Conselho Gestor do Plan- Assiste/MPU em junho e comunicado aos servidores apenas no dia 30 de setembro, passou a vigorar em 1º de outubro e gera reajuste médio de 54,9% nas contribuições dos beneficiários.

Na reunião de urgência convocada pelo Sintrajufe/RS, foi definido, entre outras ações, o envio de um colega para a atividade organizada pelo MPF em Brasília. O colega Vilson, que representou a categoria no encontro, entregou à Secretaria-Geral um abaixo-assinado que conta com aproximadamente 130 assinaturas de colegas. Ele relata que foram debatidos os seguintes pontos, que serão discutidos pelos colegas em Grupo de Trabalho criado na segunda-feira:

1) o saneamento do déficit, alegação do Comitê para o reajuste, precisaria englobar redução de despesas e não apenas aumento das contribuições;

2) foi solicitado adiamento dos reajustes, mas pedido já foi negado;

3) ausência de estudo de saneamento das contas do Plan-Assiste do MPDFT quando de sua incorporação pelo MPF;

4) necessidade de divulgação prévia de alterações no plano para que os beneficiários possam melhor se organizar financeiramente;

5) análise sobre o auxílio-saúde e procedimentos como os existentes no Judiciário;

6) criação, dentro do Plan-Assiste, de planos segmentados com coberturas específicas (plano bronze, prata, ouro, etc.);

7) reajustes exorbitantes dos beneficiários pais para os colegas técnicos;

8) possibilidade de reajuste do subsídio da União dentro dos limites da EC 95/16;

9) previsão de novos reajustes já para 2020 e escalonamento das contribuições por faixas etárias;

10) possibilidade de participação das entidades de servidores e dos membros nas decisões.

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