Sintrajufe/RS mantém atuação em Brasília e contata deputados na pressão contra a reforma da Previdência


11.Abril.2019 - 19h17min

Diretor Rodrigo Mércio com o deputado Henrique Fontana (PT-RS)

Nos últimos dias, o diretor do Sintrajufe/RS Rodrigo Mércio está em Brasília, atuando contra a aprovação da reforma da Previdência. A presença do sindicato na capital federal em uma ação de convencimento e pressão junto aos parlamentares, está acontecendo desde final de março.

Rodrigo priorizou encontros com deputados do Rio Grande do Sul. A pressão de prefeituras diante das ameaças do governo de que a situação dos municípios só melhorará com a aprovação da reforma foi relatada em conversa com a assessoria do deputado Márcio Biolchi (MDB). Os assessores ressaltaram que a posição do parlamentar é contra a reforma, que ele preza sua autonomia e não se deixa pressionar, mas, depois da reunião do ministro da Economia, Paulo Guedes, com prefeitos, Biolchi tem sido procurado pelos prefeitos de sua região, pressionando para que ele vote favoravelmente.

Diego Pacheco e Ademir Baretta, assessores do deputado Márcio Biolchi (MDB-RS)

No gabinete de Afonso Hamm (PP), assessores informaram que o deputado é favorável à reforma, mas quer retirar do texto os trabalhadores rurais. De qualquer forma, ele seguirá a orientação quer for dada pelo Partido. Em conversa com assessor de Ronaldo Santini (PTB), foi dito que o deputado se posiciona contra a PEC 6/2019 da forma como está, mas acredita que o texto será muito modificado. Somente então fará uma nova avaliação de sua posição. A assessoria da deputada Liziane Bayer (PSB) informou que a parlamentar está analisando pontos da reforma, já apontou vários problemas.

Por outro lado, a assessoria do deputado Afonso Motta (PDT) informou que, na última convenção do partido, foi tirada posição de que todos os deputados devem votar contra a reforma. Da mesma forma, Henrique Fontana (PT) afirmou que votará contra. De acordo com o deputado, é preciso aumentar as mobilizações de forma que a população seja devidamente informada; ele acredita que, se aumentar a rejeição à proposta, a reforma não será aprovada.

Na avaliação de Rodrigo Mércio, “é necessário avançar, aumentando a conscientização da população sobre a proposta do governo de desmonte da Previdência, para barrar a reforma”. E a categoria pode aumentar a pressão, enviando mensagens via e-mail aos parlamentares gaúchos e votando, no site da Câmara dos Deputados, contra a PEC 6/2019 .

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