Nesta sexta-feira, 10, nas varas trabalhistas, tem Ato Público em Defesa da Justiça do Trabalho e dos Direitos Sociais


09.Agosto.2018 - 16h28min

Nesta sexta-feira, dia 10 de agosto, o Sintrajufe/RS convoca toda a categoria a participar de um grande ato público em frente às varas trabalhistas. Com o mote "Em Defesa da Justiça do Trabalho e dos Direitos Sociais", o ato terá início às 10h e está sendo convocado também pelas centrais sindicais e pelo próprio TRT4, por meio do Fórum de Relações Institucionais do TRT4, que reúne a administração do tribunal e entidades representativas dos operadores do direito (magistrados, advogados, procuradores, peritos, servidores, entre outros), além da representação dos trabalhadores, com o Sintrajufe/RS.

Este será o segundo ato realizado pelo Fórum neste ano. O primeiro ocorreu em 10 de maio, no Plenário do TRT4, quando diversas categorias reforçaram a importância de conscientizar a população e os próprios operadores do Direito do Trabalho acerca da ameaça enfrentada pela Justiça do Trabalho. Na ocasião, o diretor do Sintrajufe/RS Cristiano Moreira falou sobre a posição do sindicato de defesa incondicional da Justiça do Trabalho e das condições de trabalho “daqueles que constroem e a compõem no dia a dia” e afirmou: “não aceitaremos a precarização das condições de trabalho de qualquer trabalhador e, especialmente, dos da Justiça do Trabalho”.

Dia Nacional de Paralisação e Manifestações

A data 10 de agosto foi escolhida por todas as centrais sindicais como Dia Nacional de Lutas em defesa do emprego, da aposentadoria e contra a reforma trabalhista. Será um dia de mobilização envolvendo servidores públicos, trabalhadores da iniciativa privada, estudantes e movimento popular.

As centrais se uniram para construir um dia de luta que possui como pauta a revogação da Emenda Constitucional 95/2016, que estabeleceu o congelamento de gastos públicos por 20 anos, atingindo o serviço público e a prestação de serviços básicos à população. Também fazem parte das reivindicações a revogação da reforma trabalhista e da Lei das Terceirizações, e a redução do preço dos combustíveis, com uma nova política de preços para a Petrobras. As centrais também se colocam contrariamente à privatização da Petrobras, da Eletrobras e contra a venda da Embraer para a Boeing.

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