Debate promovido pelo Sintrajufe/RS discutiu Funpresp em meio à paralisação


20.Fevereiro.2018 - 17h54min

A paralisação realizada pelos trabalhadores do Judiciário Federal nessa segunda-feira, 19, teve assembleias de base, ato público e também um debate para que a categoria pudesse se informar melhor sobre a Fundação de Previdência Complementar do Servidor Público Federal (Funpresp). Os colegas participaram da atividade no auditório das varas trabalhistas, em Porto Alegre.

 

A convidada do encontro foi a advogada Marilinda Marques Fernandes, especialista em Previdência. Marilinda apresentou uma perspectiva geral sobre o que representa a adesão ou não ao Funpresp, destacando os riscos que os servidores podem correr por tratar-se de um fundo vinculado às oscilações do mercado financeiro. De qualquer forma, pontuou, "o que deve motivar a entrar é um cálculo feito em cima da sua situação concreta de cada servidor, ou pode haver um grande prejuízo".

Os colegas presentes participaram bastante do debate, com colocações e perguntas que foram esclarecidas pela convidada. Provocada por esses questionamentos, ela falou sobre a tendência a reformas desse tipo em outros países, com resultados catastróficos, como no caso do Chile. Esclareceu, ainda, que não há qualquer garantia em nenhum sentido aos servidores que aderirem ao Funpresp: ele pode ser privatizado, pode quebrar por falta de adesões, pode oscilar por mudanças no mercado financeiro, entre outros riscos.

Veja a íntegra do debate AQUI, AQUI, AQUI e AQUI.

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