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Internet e remoção
são discutidas em reunião com direção-geral
do TRF
Em reunião com
o diretor-geral do TRF, Arnaldo Girotto, os diretores
do Sintrajufe
Gleni, Marli e Zé falaram, além
do pagamento dos quintos (veja matéria
nesta edição), sobre o acesso à
internet e a demanda por remoção
dos servidores da 1ª Instância. Os
representantes sindicais questionaram a decisão
do tribunal de só permitir acesso a páginas
oficiais (.gov), uma vez que isso não traz
redução de custos e sim transtornos
aos servidores na utilização de
serviços, inclusive o acesso à página
do sindicato ou da Fenajufe.
O diretor-geral afirmou que a medida não
foi tomada em razão do custo e que não
há proibição de utilização.
Segundo ele, basta os diretores das respectivas
áreas informarem os nomes dos servidores
para terem acesso total à internet. Girotto
afirmou que essa foi a solicitação,
que não há orientação
de cerceamento e que vários setores informaram
o nome de todos os servidores lotados naquele
respectivo local. Lógico que abusos não
devem ser admitidos. Assim, segundo ele, os problemas
devem ser pontuais, pois não há
orientação de cerceamento. O sindicato
irá verificar os casos que chegaram ao
Sintrajufe e retomará o contato se necessário.
Sobre a remoção, Girotto falou que
está sendo fechado o levantamento das vagas
que ficaram após a finalização
do último concurso de remoção.
O diretor-geral afirmou que não está
decidido se serão providas por novo concurso
de remoção ou diretamente pelo concurso
público. Somente as que surgiram após
o último edital de remoção
já foram encaminhadas para provimento pelo
concurso público.
O Sintrajufe reafirmou a grande demanda de servidores
pela remoção que não foram
contemplados no último certame. Também
questionou mais uma vez o critério que
discriminou, nesse último concurso, os
colegas em estágio probatório. Os
diretores afirmaram que a demanda é grande
e que a administração pode, se não
totalmente, diminuir consideravelmente a demanda
nesse ponto se garantir a participação
dos colegas em estágio probatório
no próximo concurso.
Foi, ao final, discutida a necessidade de uma
fórmula alternativa que viabilize a implementação
do concurso de remoção, garantindo
o interesse dos colegas em serem removidos sem
com isso paralisar as nomeações
do concurso público. O sindicato continuará
acompanhando esta questão nos próximos
dias.
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