Nº 821
27 de dezembro de 2005 - 14h


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Internet e remoção são discutidas em reunião com direção-geral do TRF
Em reunião com o diretor-geral do TRF, Arnaldo Girotto, os diretores do Sintrajufe
Gleni, Marli e Zé falaram, além do pagamento dos quintos (veja matéria nesta edição), sobre o acesso à internet e a demanda por remoção dos servidores da 1ª Instância. Os representantes sindicais questionaram a decisão do tribunal de só permitir acesso a páginas oficiais (.gov), uma vez que isso não traz redução de custos e sim transtornos aos servidores na utilização de serviços, inclusive o acesso à página do sindicato ou da Fenajufe.
O diretor-geral afirmou que a medida não foi tomada em razão do custo e que não há proibição de utilização. Segundo ele, basta os diretores das respectivas áreas informarem os nomes dos servidores para terem acesso total à internet. Girotto afirmou que essa foi a solicitação, que não há orientação de cerceamento e que vários setores informaram o nome de todos os servidores lotados naquele respectivo local. Lógico que abusos não devem ser admitidos. Assim, segundo ele, os problemas devem ser pontuais, pois não há orientação de cerceamento. O sindicato irá verificar os casos que chegaram ao Sintrajufe e retomará o contato se necessário.
Sobre a remoção, Girotto falou que está sendo fechado o levantamento das vagas que ficaram após a finalização do último concurso de remoção. O diretor-geral afirmou que não está decidido se serão providas por novo concurso de remoção ou diretamente pelo concurso público. Somente as que surgiram após o último edital de remoção já foram encaminhadas para provimento pelo concurso público.
O Sintrajufe reafirmou a grande demanda de servidores pela remoção que não foram contemplados no último certame. Também questionou mais uma vez o critério que discriminou, nesse último concurso, os colegas em estágio probatório. Os diretores afirmaram que a demanda é grande e que a administração pode, se não totalmente, diminuir consideravelmente a demanda nesse ponto se garantir a participação dos colegas em estágio probatório no próximo concurso.
Foi, ao final, discutida a necessidade de uma fórmula alternativa que viabilize a implementação do concurso de remoção, garantindo o interesse dos colegas em serem removidos sem com isso paralisar as nomeações do concurso público. O sindicato continuará acompanhando esta questão nos próximos dias.



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