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Cpers/Sindicato discutirá
greve em assembléia geral
O Cpers/Sindicato discutirá
a possibilidade de os profissionais da educação
não iniciarem o próximo ano letivo
em assembléia geral marcada para esta quinta-feira,
a partir das 13h30min, no Gigantinho, em Porto
Alegre. Entre os motivos que podem levar à
categoria a paralisar as atividades está
a política salarial do governo Rigotto.
Os professores continuam reivindicando um reajuste
de 28%, já dado a servidores de outros
poderes.
Além da greve, a assembléia
também vai debater formas de a categoria
se contrapor à precarização
do IPE. O sindicato defende um IPE público
e com gestão democrática. Outro
ponto a ser discutido é o contrato de gestão
implantado pelo governo do estado nas coordenadorias
regionais de educação de Soledade
e São Luiz Gonzaga. O contrato pauta-se
pela avaliação de desempenho, premiando
escolas com melhor aproveitamento. Para o Cpers/Sindicato,
o processo vai alargar ainda mais à distância
entre as escolas com melhor infra-estrutura e
as mais carentes.
Os profissionais em educação
do estado também repudiam a intenção
manifestada pelo governo Rigotto de, pela terceira
vez, obrigar os servidores públicos a contraír
empréstimos jno Banrisul para terem acesso
ao 13º salário. Isso, segundo a presidente
do Cpers/Sindicato, Simone Goldschmidt, mostra
que o governo não prioriza os serviços
públicos. O governo não tem
políticas para questões prioritárias
como o seu quadro de pessoal e a qualidade dos
serviços prestados à população,
enfatiza Simone. (CUT/RS)
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