Nº 791
7 de novembro de 2005 - 16h


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Assembléia reafirma importância da mobilização da categoria neste momento
Como não poderia deixar de ser, o PCS foi a questão central debatida pelos colegas na última assembléia geral estadual, realizada em 5/11 na Federação dos Bancários, em Porto Alegre. Foi colocada a necessidade de fortalecer a mobilização em todos os estados na construção de uma greve forte de todos os setores do Judiciário, pois só assim teremos a aprovação do PL 5.845.
O projeto depende hoje de um parecer do Conselho Nacional de Justiça para que o PCS volte a tramitar na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara. A pressão agora é junto ao Conselho, que terá sessão extraordinária nesta terça-feira com essa pauta específica. Por isso, a assembléia deliberou que a delegação formada pelos diretores Itamar, Mara e Silvana e os colegas Marília e Armando irá a Brasília nos dias 8 e 9/11 para acompanhar a sessão extraordinária do CNJ e atuar junto à Comissão de Trabalho a fim de aprovar o projeto. O próximo passo será a Comissão de Finanças e Administração.
A esse cenário se incluem os antecedentes de postura do governo diante de reivindicações de outras categorias, o que demonstra que a luta pela aprovação do PCS não será fácil e depende de cada servidor do Judiciário Federal; a grande mídia e sua meia-verdade, que é reproduzida pela imprensa regional; a pouca mobilização da categoria em nível nacional; além, é claro, do recesso que se avizinha.
A posição política de construir a greve, bem como a manutenção do estado de greve, foi unânime entre os colegas. E para isso, os cinco delegados eleitos para a próxima Ampliada da Fenajufe, dia 13/11, que terá caráter deliberativo, vão defender como indicativo a realização de paralisações e a ida de delegações a Brasília atuando dentro do Congresso. Também será levado como proposta que se tensione junto ao presidente do STF, Nelson Jobim, a necessidade de que ele inicie negociações com a Casa Civil e que a Fenajufe faça o mesmo com as lideranças do governo no Congresso.

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