Nº 294 - Especial de Greve
23 de julho de 2003 - 12h


   

Especial de greve

Clique aqui e imprima o informativo de Greve nº11
Instale o Acrobat Reader

Cnesf rechaça o substitutivo e exige a retirada da PEC 40
O Comando Nacional Unificado de Greve-Cnesf (CNUG-Cnesf) realizou, no final de semana, uma reunião para discutir o relatório apresentado por José Pimentel. Leia a seguir os principais trechos da avaliação. A íntegra você encontra no sítio do Sintrajufe na Internet.
“O CNUG-Cnesf rechaça o substitutivo à PEC 40/03 (...) pelo fato de que mantém o essencial do texto original e, ao contrário do apregoado, não garante nem a integralidade nem a paridade da aposentadoria dos atuais servidores. Tampouco há qualquer menção sobre a “justiça social”, os benefícios dos mais pobres e as melhorias nos benefícios do INSS. (...)
Reafirmamos que somos contra os métodos utilizados pelo governo na formulação e no encaminhamento da PEC 40/03 e o açodamento inexplicável e inaceitável na sua tramitação no Congresso Nacional. A voracidade do governo para impor a PEC 40/03 é tal que os parlamentares que lhe são submissos não mostraram o menor constrangimento em ignorar princípios elementares da ciência do direito para garantir a sua admissibilidade na CCJ, em desqualificar o instrumento democrático de participação popular representado pelas audiências públicas e, finalmente, em estrear o espetáculo do relatório virtual e simbólico. (...)
Somos contra a PEC 40/03 porque ela define um modelo de Estado em que não há espaço para as questões sociais. (...) iniciado pelo governo anterior, que foi rejeitado pela população nas últimas eleições (...) que privilegia o capital financeiro, os especuladores, os agiotas e os latifundiários que se escondem por detrás da palavra do momento – mercado. Um Estado que vem crescentemente transformando a saúde e a educação em mercadorias e que tenta, agora, com a proposta de reforma da Previdência, contida na PEC 40/03, estabelecer um novo negócio para atender às reivindicações dos grupos econômicos.
O atual governo, com uma desfaçatez jamais esperada de uma equipe chefiada por um presidente oriundo da classe trabalhadora, não negocia com os servidores públicos, que são os principais responsáveis pela execução das atividades do Estado. Ao contrário, prefere atender aos interesses do capital, materializados no fisiologismo e nos projetos das oligarquias representadas pela ampla maioria dos governadores que, inclusive, propuseram e defenderam, durante as últimas eleições, a continuidade e o aprofundamento da herança maldita deixada por FHC. (...)
Nós exigimos negociação de verdade, com a constituição de uma mesa com a presença de representantes dos três poderes e dos grevistas. (...) Para que ocorra uma reforma da Previdência em favor de todos os trabalhadores brasileiros, reafirmamos como pontos essenciais a retirada ou arquivamento da PEC 40/03; a revogação da Emenda Constitucional 20/98 e da lei que criou o fator previdenciário.
(...) passamos a exigir também dos deputados o voto contrário ao relatório e alertamos que hoje o nosso futuro depende do voto desses parlamentares; contudo, o futuro desses parlamentares dependerá de nosso voto amanhã. (...)O Comando Nacional Unificado de Greve-Cnesf (CNUG-Cnesf) realizou, no final de semana, uma reunião para discutir o relatório apresentado por José Pimentel. Leia a seguir os principais trechos da avaliação. A íntegra você encontra no sítio do Sintrajufe na Internet.
“O CNUG-Cnesf rechaça o substitutivo à PEC 40/03 (...) pelo fato de que mantém o essencial do texto original e, ao contrário do apregoado, não garante nem a integralidade nem a paridade da aposentadoria dos atuais servidores. Tampouco há qualquer menção sobre a “justiça social”, os benefícios dos mais pobres e as melhorias nos benefícios do INSS. (...)
Reafirmamos que somos contra os métodos utilizados pelo governo na formulação e no encaminhamento da PEC 40/03 e o açodamento inexplicável e inaceitável na sua tramitação no Congresso Nacional. A voracidade do governo para impor a PEC 40/03 é tal que os parlamentares que lhe são submissos não mostraram o menor constrangimento em ignorar princípios elementares da ciência do direito para garantir a sua admissibilidade na CCJ, em desqualificar o instrumento democrático de participação popular representado pelas audiências públicas e, finalmente, em estrear o espetáculo do relatório virtual e simbólico. (...)
Somos contra a PEC 40/03 porque ela define um modelo de Estado em que não há espaço para as questões sociais. (...) iniciado pelo governo anterior, que foi rejeitado pela população nas últimas eleições (...) que privilegia o capital financeiro, os especuladores, os agiotas e os latifundiários que se escondem por detrás da palavra do momento – mercado. Um Estado que vem crescentemente transformando a saúde e a educação em mercadorias e que tenta, agora, com a proposta de reforma da Previdência, contida na PEC 40/03, estabelecer um novo negócio para atender às reivindicações dos grupos econômicos.
O atual governo, com uma desfaçatez jamais esperada de uma equipe chefiada por um presidente oriundo da classe trabalhadora, não negocia com os servidores públicos, que são os principais responsáveis pela execução das atividades do Estado. Ao contrário, prefere atender aos interesses do capital, materializados no fisiologismo e nos projetos das oligarquias representadas pela ampla maioria dos governadores que, inclusive, propuseram e defenderam, durante as últimas eleições, a continuidade e o aprofundamento da herança maldita deixada por FHC. (...)
Nós exigimos negociação de verdade, com a constituição de uma mesa com a presença de representantes dos três poderes e dos grevistas. (...) Para que ocorra uma reforma da Previdência em favor de todos os trabalhadores brasileiros, reafirmamos como pontos essenciais a retirada ou arquivamento da PEC 40/03; a revogação da Emenda Constitucional 20/98 e da lei que criou o fator previdenciário.
(...) passamos a exigir também dos deputados o voto contrário ao relatório e alertamos que hoje o nosso futuro depende do voto desses parlamentares; contudo, o futuro desses parlamentares dependerá de nosso voto amanhã. (...)O Comando Nacional Unificado de Greve-Cnesf (CNUG-Cnesf) realizou, no final de semana, uma reunião para discutir o relatório apresentado por José Pimentel. Leia a seguir os principais trechos da avaliação. A íntegra você encontra no sítio do Sintrajufe na Internet.
“O CNUG-Cnesf rechaça o substitutivo à PEC 40/03 (...) pelo fato de que mantém o essencial do texto original e, ao contrário do apregoado, não garante nem a integralidade nem a paridade da aposentadoria dos atuais servidores. Tampouco há qualquer menção sobre a “justiça social”, os benefícios dos mais pobres e as melhorias nos benefícios do INSS. (...)
Reafirmamos que somos contra os métodos utilizados pelo governo na formulação e no encaminhamento da PEC 40/03 e o açodamento inexplicável e inaceitável na sua tramitação no Congresso Nacional. A voracidade do governo para impor a PEC 40/03 é tal que os parlamentares que lhe são submissos não mostraram o menor constrangimento em ignorar princípios elementares da ciência do direito para garantir a sua admissibilidade na CCJ, em desqualificar o instrumento democrático de participação popular representado pelas audiências públicas e, finalmente, em estrear o espetáculo do relatório virtual e simbólico. (...)
Somos contra a PEC 40/03 porque ela define um modelo de Estado em que não há espaço para as questões sociais. (...) iniciado pelo governo anterior, que foi rejeitado pela população nas últimas eleições (...) que privilegia o capital financeiro, os especuladores, os agiotas e os latifundiários que se escondem por detrás da palavra do momento – mercado. Um Estado que vem crescentemente transformando a saúde e a educação em mercadorias e que tenta, agora, com a proposta de reforma da Previdência, contida na PEC 40/03, estabelecer um novo negócio para atender às reivindicações dos grupos econômicos.
O atual governo, com uma desfaçatez jamais esperada de uma equipe chefiada por um presidente oriundo da classe trabalhadora, não negocia com os servidores públicos, que são os principais responsáveis pela execução das atividades do Estado. Ao contrário, prefere atender aos interesses do capital, materializados no fisiologismo e nos projetos das oligarquias representadas pela ampla maioria dos governadores que, inclusive, propuseram e defenderam, durante as últimas eleições, a continuidade e o aprofundamento da herança maldita deixada por FHC. (...)
Nós exigimos negociação de verdade, com a constituição de uma mesa com a presença de representantes dos três poderes e dos grevistas. (...) Para que ocorra uma reforma da Previdência em favor de todos os trabalhadores brasileiros, reafirmamos como pontos essenciais a retirada ou arquivamento da PEC 40/03; a revogação da Emenda Constitucional 20/98 e da lei que criou o fator previdenciário.
(...) passamos a exigir também dos deputados o voto contrário ao relatório e alertamos que hoje o nosso futuro depende do voto desses parlamentares; contudo, o futuro desses parlamentares dependerá de nosso voto amanhã. (...)



<< Outras Edições