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Especial de greve
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Cnesf rechaça
o substitutivo e exige a retirada da PEC 40
O Comando Nacional Unificado
de Greve-Cnesf (CNUG-Cnesf) realizou, no final
de semana, uma reunião para discutir o
relatório apresentado por José Pimentel.
Leia a seguir os principais trechos da avaliação.
A íntegra você encontra no sítio
do Sintrajufe na Internet.
O CNUG-Cnesf rechaça o substitutivo
à PEC 40/03 (...) pelo fato de que mantém
o essencial do texto original e, ao contrário
do apregoado, não garante nem a integralidade
nem a paridade da aposentadoria dos atuais servidores.
Tampouco há qualquer menção
sobre a justiça social, os
benefícios dos mais pobres e as melhorias
nos benefícios do INSS. (...)
Reafirmamos que somos contra os métodos
utilizados pelo governo na formulação
e no encaminhamento da PEC 40/03 e o açodamento
inexplicável e inaceitável na sua
tramitação no Congresso Nacional.
A voracidade do governo para impor a PEC 40/03
é tal que os parlamentares que lhe são
submissos não mostraram o menor constrangimento
em ignorar princípios elementares da ciência
do direito para garantir a sua admissibilidade
na CCJ, em desqualificar o instrumento democrático
de participação popular representado
pelas audiências públicas e, finalmente,
em estrear o espetáculo do relatório
virtual e simbólico. (...)
Somos contra a PEC 40/03 porque ela define um
modelo de Estado em que não há espaço
para as questões sociais. (...) iniciado
pelo governo anterior, que foi rejeitado pela
população nas últimas eleições
(...) que privilegia o capital financeiro, os
especuladores, os agiotas e os latifundiários
que se escondem por detrás da palavra do
momento mercado. Um Estado que vem crescentemente
transformando a saúde e a educação
em mercadorias e que tenta, agora, com a proposta
de reforma da Previdência, contida na PEC
40/03, estabelecer um novo negócio para
atender às reivindicações
dos grupos econômicos.
O atual governo, com uma desfaçatez jamais
esperada de uma equipe chefiada por um presidente
oriundo da classe trabalhadora, não negocia
com os servidores públicos, que são
os principais responsáveis pela execução
das atividades do Estado. Ao contrário,
prefere atender aos interesses do capital, materializados
no fisiologismo e nos projetos das oligarquias
representadas pela ampla maioria dos governadores
que, inclusive, propuseram e defenderam, durante
as últimas eleições, a continuidade
e o aprofundamento da herança maldita deixada
por FHC. (...)
Nós exigimos negociação de
verdade, com a constituição de uma
mesa com a presença de representantes dos
três poderes e dos grevistas. (...) Para
que ocorra uma reforma da Previdência em
favor de todos os trabalhadores brasileiros, reafirmamos
como pontos essenciais a retirada ou arquivamento
da PEC 40/03; a revogação da Emenda
Constitucional 20/98 e da lei que criou o fator
previdenciário.
(...) passamos a exigir também dos deputados
o voto contrário ao relatório e
alertamos que hoje o nosso futuro depende do voto
desses parlamentares; contudo, o futuro desses
parlamentares dependerá de nosso voto amanhã.
(...)O Comando Nacional Unificado de Greve-Cnesf
(CNUG-Cnesf) realizou, no final de semana, uma
reunião para discutir o relatório
apresentado por José Pimentel. Leia a seguir
os principais trechos da avaliação.
A íntegra você encontra no sítio
do Sintrajufe na Internet.
O CNUG-Cnesf rechaça o substitutivo
à PEC 40/03 (...) pelo fato de que mantém
o essencial do texto original e, ao contrário
do apregoado, não garante nem a integralidade
nem a paridade da aposentadoria dos atuais servidores.
Tampouco há qualquer menção
sobre a justiça social, os
benefícios dos mais pobres e as melhorias
nos benefícios do INSS. (...)
Reafirmamos que somos contra os métodos
utilizados pelo governo na formulação
e no encaminhamento da PEC 40/03 e o açodamento
inexplicável e inaceitável na sua
tramitação no Congresso Nacional.
A voracidade do governo para impor a PEC 40/03
é tal que os parlamentares que lhe são
submissos não mostraram o menor constrangimento
em ignorar princípios elementares da ciência
do direito para garantir a sua admissibilidade
na CCJ, em desqualificar o instrumento democrático
de participação popular representado
pelas audiências públicas e, finalmente,
em estrear o espetáculo do relatório
virtual e simbólico. (...)
Somos contra a PEC 40/03 porque ela define um
modelo de Estado em que não há espaço
para as questões sociais. (...) iniciado
pelo governo anterior, que foi rejeitado pela
população nas últimas eleições
(...) que privilegia o capital financeiro, os
especuladores, os agiotas e os latifundiários
que se escondem por detrás da palavra do
momento mercado. Um Estado que vem crescentemente
transformando a saúde e a educação
em mercadorias e que tenta, agora, com a proposta
de reforma da Previdência, contida na PEC
40/03, estabelecer um novo negócio para
atender às reivindicações
dos grupos econômicos.
O atual governo, com uma desfaçatez jamais
esperada de uma equipe chefiada por um presidente
oriundo da classe trabalhadora, não negocia
com os servidores públicos, que são
os principais responsáveis pela execução
das atividades do Estado. Ao contrário,
prefere atender aos interesses do capital, materializados
no fisiologismo e nos projetos das oligarquias
representadas pela ampla maioria dos governadores
que, inclusive, propuseram e defenderam, durante
as últimas eleições, a continuidade
e o aprofundamento da herança maldita deixada
por FHC. (...)
Nós exigimos negociação de
verdade, com a constituição de uma
mesa com a presença de representantes dos
três poderes e dos grevistas. (...) Para
que ocorra uma reforma da Previdência em
favor de todos os trabalhadores brasileiros, reafirmamos
como pontos essenciais a retirada ou arquivamento
da PEC 40/03; a revogação da Emenda
Constitucional 20/98 e da lei que criou o fator
previdenciário.
(...) passamos a exigir também dos deputados
o voto contrário ao relatório e
alertamos que hoje o nosso futuro depende do voto
desses parlamentares; contudo, o futuro desses
parlamentares dependerá de nosso voto amanhã.
(...)O Comando Nacional Unificado de Greve-Cnesf
(CNUG-Cnesf) realizou, no final de semana, uma
reunião para discutir o relatório
apresentado por José Pimentel. Leia a seguir
os principais trechos da avaliação.
A íntegra você encontra no sítio
do Sintrajufe na Internet.
O CNUG-Cnesf rechaça o substitutivo
à PEC 40/03 (...) pelo fato de que mantém
o essencial do texto original e, ao contrário
do apregoado, não garante nem a integralidade
nem a paridade da aposentadoria dos atuais servidores.
Tampouco há qualquer menção
sobre a justiça social, os
benefícios dos mais pobres e as melhorias
nos benefícios do INSS. (...)
Reafirmamos que somos contra os métodos
utilizados pelo governo na formulação
e no encaminhamento da PEC 40/03 e o açodamento
inexplicável e inaceitável na sua
tramitação no Congresso Nacional.
A voracidade do governo para impor a PEC 40/03
é tal que os parlamentares que lhe são
submissos não mostraram o menor constrangimento
em ignorar princípios elementares da ciência
do direito para garantir a sua admissibilidade
na CCJ, em desqualificar o instrumento democrático
de participação popular representado
pelas audiências públicas e, finalmente,
em estrear o espetáculo do relatório
virtual e simbólico. (...)
Somos contra a PEC 40/03 porque ela define um
modelo de Estado em que não há espaço
para as questões sociais. (...) iniciado
pelo governo anterior, que foi rejeitado pela
população nas últimas eleições
(...) que privilegia o capital financeiro, os
especuladores, os agiotas e os latifundiários
que se escondem por detrás da palavra do
momento mercado. Um Estado que vem crescentemente
transformando a saúde e a educação
em mercadorias e que tenta, agora, com a proposta
de reforma da Previdência, contida na PEC
40/03, estabelecer um novo negócio para
atender às reivindicações
dos grupos econômicos.
O atual governo, com uma desfaçatez jamais
esperada de uma equipe chefiada por um presidente
oriundo da classe trabalhadora, não negocia
com os servidores públicos, que são
os principais responsáveis pela execução
das atividades do Estado. Ao contrário,
prefere atender aos interesses do capital, materializados
no fisiologismo e nos projetos das oligarquias
representadas pela ampla maioria dos governadores
que, inclusive, propuseram e defenderam, durante
as últimas eleições, a continuidade
e o aprofundamento da herança maldita deixada
por FHC. (...)
Nós exigimos negociação de
verdade, com a constituição de uma
mesa com a presença de representantes dos
três poderes e dos grevistas. (...) Para
que ocorra uma reforma da Previdência em
favor de todos os trabalhadores brasileiros, reafirmamos
como pontos essenciais a retirada ou arquivamento
da PEC 40/03; a revogação da Emenda
Constitucional 20/98 e da lei que criou o fator
previdenciário.
(...) passamos a exigir também dos deputados
o voto contrário ao relatório e
alertamos que hoje o nosso futuro depende do voto
desses parlamentares; contudo, o futuro desses
parlamentares dependerá de nosso voto amanhã.
(...)
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