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Presidente do TRT nega existência
de proposta de redução de FCs
Em reunião com
a presidente do TRT Rosa Candiota da Rosa, diretores
do sindicato e cerca de 15 representantes das
categorias atingidas pelo estudo da Direção
Geral que propunha a reestruturação
das FCs, foram manifestar a rejeição
à forma e conteúdo da referida proposta
e solicitar a sua imediata retirada. Todos manifestaram
a dificuldade de trabalhar em vista da ansiedade
causada pela notícia que correu informalmente.
Em resposta, a presidência informou que
não havia proposta a ser retirada, pois
nada fora apresentado pela administração.
Disse também tratar-se somente de estudo
da Direção Geral, negando sequer
ter conhecimento de seu conteúdo. Concordou
que houve erro na forma de apresentação
do estudo e lamentou o tumulto que se criou em
função disso. Ela não quis
debater o mérito da proposta porque não
foi ainda apresentada à presidência
pela DG. Durante a greve, vamos discutir tudo
conjuntamente com os colegas do interior do estado.
Sindicato
e Amatra discutem FCs
Agora à tarde, representantes do sindicato
(Giovana e Alexandre), de secretários de
audiência, servidores de gabinete, oficiais
de justiça, secretários especializados
de juízes substitutos estiveram na sede
da Amatra, reunidos com Roberto Teixeira Siegman
e Luiz Alberto Vargas, a fim de discutir a questão
do desconto das FCs. Sobre a restruturação,
Sigma se comprometeu a discutir a opinião
sobre o mérito em reunião com a
diretoria. Ele questionou a forma de apresentação
das propostas e falou da necessidade de um amplo
debate sobre as funções comissionadas,
de modo a não haver redução
salarial.
Amatra
apóia greve
Ainda na reunião sobre as FCs, foi comunicado
que a Amatra mandará orientação
a todos os juízes quanto ao apoio à
greve dos servidores, colaborando no sentido de
garantir a mobilização.
REFORMA
DA PREVIDÊNCIA
Direção
da CUT afirma que vai apoiar greve dos servidores
federais
Hoje, pela manhã, no Hotel Alvorada, em
Brasília, as entidades da Cnesf participaram
de uma reunião com a direção
nacional da CUT para discutir a atuação
do movimento sindical em relação
à reforma da Previdência. Da direção
da CUT, além do presidente Luiz Marinho,
participaram o secretário-geral, João
Antônio Felício e o tesoureiro, Jaci
Afonso, entre outros dirigentes.
Luiz Marinho, que abriu a reunião, reafirmou
a necessidade de se construir a unidade de atuação
do movimento sindical dos servidores públicos,
respeitando as divergências e posições
de cada entidade sindical. Segundo informou o
diretor da Fenajufe, Ramiro Lopéz, Marinho
ressaltou que os sindicatos, federações
e confederações são autônomas
e que a CUT respeita seus posicionamentos e que
não tem a intenção de "enquadrar
ninguém".
Depois da apresentação do presidente
da CUT, os representantes das entidades colocaram
suas posições. O representante da
Fenajufe na reunião, Ramiro López,
iniciou sua fala afirmando que a federação
se mantém filiada à CUT e que a
mesma não participa das discussões
para a criação de uma central dos
servidores públicos, conforme publicou
o jornal Zero Hora na semana passada. Ramiro disse,
no entanto, que não dá para as entidades
dos servidores federais desconsiderarem a insatisfação
da categoria com algumas posições
defendidas pela direção da Central
em relação à política
adotada pelo governo, em especial as referentes
à reforma da Previdência.
O diretor da Fenajufe reforçou a importância
da unidade no movimento sindical para conseguir
barrar a proposta de reforma defendida pelo governo
e a estratégia, segundo ele, para a atingir
a mudança de rumo é a construção
da greve nacional dos servidores públicos.
Em seguida, falou o ex-presidente e atual secretário-geral
da CUT, João Antônio Felício,
que reafirmou a posição defendida
por Luiz Marinho e garantiu que a Central vai
apoiar as entidades sindicais que deflagrarem
a greve a partir do dia 8. Segundo ele, a CUT
vai dar o apoio que sempre deu ao funcionalismo
público.
Como encaminhamento da reunião de hoje
ficou acertada uma nova reunião da CUT
com a Cnesf e as outras entidades de servidores
públicos antes da Plenária Nacional
dos SPF's do próximo dia 05, com o objetivo
de avaliar as discussões das plenárias
setoriais e reuniões ampliadas de cada
categoria. A data e o local da reunião
ainda não foram definidas.
Segundo Ramiro López, a posição
consensual definida ao final da reunião,
entre os representantes dos servidores públicos
e a direção da CUT, é de
ser necessário mais tempo para uma discussão
séria e aprofundada a respeito de uma proposta
de reforma da Previdência, bem como a realização
de grandes mobilizações. (Fonte
Fenajufe)
PT
decide emendas à Reforma da Previdência
A bancada do PT aprovou duas emendas que serão
apresentadas à Reforma da Previdência.
A primeira emenda de bancada cria um fundo complementar
de previdência pública, que teria
uma gestão tripartite - governo, servidores
ativos e inativos.
A segunda emenda acaba com a aposentadoria especial
para cargos eletivos em todos os níveis
da federação, com vigência
apenas para os novos mandatos. De acordo com Henrique
Fontana, vice-líder do partido, ainda há
polêmica em relação à
questão da acumulação de
cargos.
Outras sete emendas, sobre as quais não
há consenso, devem ser discutidas amanhã,
em reunião a ser marcada. Entre elas, estão
a que altera a taxação dos inativos,
aumentando o teto de R$ 1.058 para R$ 2.400 para
os funcionários públicos federais,
deixando a cargo de estados e municípios
a definição de um teto inferior.
A mesma proposta isenta do pagamento os inativos
com mais de 70 anos de idade e os aposentados
por invalidez permanente em decorrência
de acidente em serviço, moléstia
profissional, doença contagiosa, grave
ou incurável.
Outra emenda dispõe sobre os critérios
e regras de transição para as aposentadorias,
alterando de 5% para 2% o fato anual de redução
nos proventos do servidor que optar pela aposentadoria
antecipada, para amenizar o impacto da versão
original da proposta. Há emendas dispondo
ainda sobre critérios de reajuste das aposentadorias,
cálculo das pensões e benefícios
e mantendo a aposentadoria dos professores pelas
regras aprovadas em 1998. (Fonte: Agência
Câmara)
PRA FINALIZAR
Pesquisa abre possibilidade
de transplante de útero
Cientistas suecos obtiveram filhotes saudáveis
a partir de camundongos com úteros transplantados,
experiência que pode abrir caminho para
transplantes uterinos bem-sucedidos entre mulheres.
Ano passado, cientistas da Arábia Saudita
informaram o primeiro transplante uterino humano.
O útero implantado produziu duas menstruações
antes de ter que ser removido.
As experiências suecas, lideradas por Mats
Brannstrom da Sahlgrenska University em Gothenburg,
envolveram camundongos geneticamente idênticos,
contornando o problema da rejeição
imunológica. A pesquisa foi feita para
descobrir se um útero conectado cirurgicamente
poderia funcionar de maneira adequada.
Embora milhares de mulheres com órgãos
transplantados tenham gerado bebês saudáveis,
mesmo depois do tratamento com drogas repressoras
do sistema imunológico, o útero
poderá representar um desafio especial,
acreditam cientistas.
Segundo o médico holandês Hans Evers,
a situação imunológica do
útero é incomum, pois "há
muitos mecanismos imunológicos no útero
que impedem a rejeição do feto.
Não há apenas a questão da
rejeição do tecido do doador, mas
também a interferência no sistema
imunológico regular de dentro do útero,
que permite a continuidade da gravidez".
(Fonte: Agência Senado)
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