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Hoje tem assembléia geral
e Sexta Básica
Nesta sexta-feira, às
17h, na sede do sindicato, haverá assembléia
geral extraordinária para discutir a indenização
de transporte dos oficiais de Justiça da
JT.
Mais tarde, às 20h, começa a Sexta
Básica pela Livre Orientação
Sexual, também na sede do Sintrajufe. Haverá
exibição de filme, show, música
e exposição de fotos.
Assembléia
aprova greve por tempo indeterminado a partir
de 8 de julho, seguindo calendário nacional
A assembléia geral de ontem aprovou
greve por tempo indeterminado a partir de 8 de
julho, seguindo o calendário nacional.
Isso porque, para construirmos um movimento forte,
temos que começar a greve de maneira unificada.
Outra deliberação é que o
sindicato envie um ofício a todos os deputados
gaúchos, para que eles compareçam
a uma assembléia e esclareçam sua
posição sobre a reforma.
Foram eleitos os delegados para a Plenária
Nacional da Cnesf, que acontece dia 5 de julho,
sábado. Representarão os Judiciário
Federal do RS Leonardo Torres, Marcelo Carlini,
Paulo Rosa, Silvana Klein, Zé Carlos Oliveira
e Paulo Roberto Azambuja (Beto).
Os relatos dos colegas do interior mostraram que
há consciência de que somente com
uma greve conseguiremos derrotar a PEC 40. Vários
deles cobraram da CUT um apoio claro aos servidores.
Participaram da assembléia colegas de Canoas,
Esteio, Novo Hamburgo, Osório, Pelotas,
Rio Grande, Santa Cruz do Sul, Santa Maria, Sapiranga
e Sapucaia.
Ato
público reúne várias categorias
Antes da assembléia, trabalhadores
das justiças do Trabalho e Federal, auditores
fiscais e técnicos da Receita Federal e
inspetores do Trabalho participaram de um ato
em frente ao BankBoston, em Porto Alegre. Em todas
as intervenções, uma certeza: a
greve é a única forma de fazer com
o que governo volte atrás na afronta que
significa esta proposta que está no Congresso.
REFORMA DA PREVIDÊNCIA
Governo sofre primeira
derrota na Comissão Especial da Câmara
Ontem, o governo sofreu sua primeira derrota na
Comissão Especial que analisa o mérito
da Reforma da Previdência. Por 15 votos
a 14 e uma abstenção, foi aprovado
o requerimento do deputado Onyx Lorenzoni (PFL-RS)
para que sejam realizadas audências públicas
nas assembléias legislativas de cinco estados
(RS. SP, RJ, BA e MS).
O líder do governo na Câmara, Aldo
Rebelo (PcdoB-RJ), minimizou a derrota dizendo
que o requerimento não atinge a derrota
e não atrasará o calendário
de votação da reforma. O ministro-chefe
da Casa Civil, no entanto, parece não ter
a mesma opinião. Ele considerou a derrota
um risco para o cronograma de aprovação
da reforma e convocou os líderes da base
aliada para uma reunião. "Ele queria
saber o que tinha ocorrido", informou o vice-líder
do PT, Professor Luizinho (SP), após o
encontro. A votação mostrou que
a base governista não está coesa.
Dos cinco titulares e cinco suplentes do PMDB,
apenas Aníbal Gomes esteve na comissão.
Entre os 15 que votaram contra o governo, quatro
de são de partidos aliados: Jandira Feghali
(PcdoB-RJ), Carlos Mota (PL-MG), Ivan Ranzolin
(PP-SC) e Alceu Collares (PDT-RS). (Fonte: Correio
do Povo e Valor Econômico)
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