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Desempregados e catadores lutam por trabalho,
terra e teto
A concentração
para a Marcha por Trabalho, Terra e Teto, organizada
pelo Movimento dos Trabalhadores Desempregados,
pelo Movimento dos Catadores de Material Reciclável
e pelos Comitês de Resistência Popular
começou ontem. Os participantes são
moradores de vilas carentes da Região Metropolitana
de Porto Alegre, Caxias do Sul, São Leopoldo,
Bagé, Pelotas, Lajeado e Santa Maria. Cerca
de 500 desempregados e catadores saíram
de Gravataí em marcha e devem chegar a
Porto Alegre amanhã. Eles reivindicam liberação
dos recursos das frentes emergenciais de trabalho
que estão nos cofres do governo do estado;
liberação de linha especial de microcrédito
para aquisição de infra-estrutura
e capital de giro; e assentamentos rururbanos.
O governo do estado do RS
possui R$ 5 milhões previstos para a geração
de trabalho e renda, ou seja, existem recursos
para as frentes de trabalho. (Fonte: Centro de
Mídia Independente RS)
Ingressos
dos cinemas
Amanhã e quarta-feira
os ingressos de cinema estarão disponíveis
no sindicato, com Ana Paula Faria. O bilhete do
GNC baixou de R$ 6,00 para R$ 5,00. A venda dos
ingressos é das 10h às 13h e das
14h às 17h. Os ingressos não retirados
nesse prazo serão revendidos para outros
colegas.
Atenção,
artistas da categoria!
Na próxima edição
da revista D&A, a página de Cultura
enfocará os artistas de nossa categoria.
Para não deixarmos ninguém de lado,
não queremos sair à procura dos
colegas: esperamos, então, que vocês
entrem em contato conosco e divulguem seu trabalho
até o dia 27.
REFORMA
DA PREVIDÊNCIA
Reforma passa no STF, prevê
governo
Uma decisão recente
do Supremo Tribunal Federal sobre a cobrança
da contribuição previdenciária
dos servidores aposentados reforçou a convicção
do governo de que não será derrubada
uma emenda constitucional criando essa tributação.
Há três semanas, a 1ª Turma
do Supremo deixou explícito que o impedimento
que existe hoje para o desconto dos aposentados
é a reforma previdenciária do governo
Fernando Henrique Cardoso.
A decisão da 1ª
Turma foi tomada por 3 dos 11 ministros do STF:
Sepúlveda Pertence, Gilmar Mendes e Ellen
Gracie. Eles reconhecem a validade das contribuições
instituídas antes da emenda constitucional
de 1998, como no caso de servidores de Minas Gerais.
Para o governo, essa posição predominará
no plenário do STF. A reforma de FHC foi
realizada por meio da emenda constitucional nº
20, de 1998, mas a cobrança dos inativos
só foi aprovada com lei ordinária
em 1999. Essa lei foi derrubada pelo STF por 11
votos a 0 em setembro de 1999. Portanto, para
fazer a cobrança, bastaria aprovar nova
emenda.
Outro argumento que poderá
ser examinado pelo STF é o que diz respeito
ao princípio constitucional da irredutibilidade
dos salários. O desconto no benefício
dos atuais inativos implicaria, na prática,
redução na sua renda, o que iria
contra a Constituição. Se essa tese
for acolhida, o STF livrará os atuais inativos
do desconto, mas não impedirá que
a contribuição previdenciária
seja recolhida dos futuros aposentados. (Fonte:
Sinjustra)
Comissão
da Previdência recebe ministro e prefeitos
A Comissão Especial
da Reforma da Previdência recebe amanhã
o ministro da Previdência Social, Ricardo
Berzoini. A reunião será no plenário
4, a partir das 14h30min. Na quinta, a audiência
será com os prefeitos de Vitória,
Luiz Paulo Veloso Lucas; de Florianópolis,
Ângela Amin; e de Belo Horizonte, Fernando
Pimentel. O encontro será às 9h30min.
(Fonte: Agência Câmara)
SINDICAL
CUT não acredita na criação
de central para servidor público
O presidente da CUT, Luiz
Marinho, desconsiderou hoje a possibilidade de
sindicatos e associações de servidores
públicos formarem uma central sindical
exclusiva da categoria. "Não apostaria
na formação de uma nova central.
É improvável que seja viabilizada",
afirmou. A pretensão de constituição
da nova central já foi confirmada pelo
presidente do Sindicato Nacional dos Técnicos
da Receita Federal (Sindtten), Reynaldo Puggi.
Marinho entende que seria
um erro constituir a nova central porque enfraqueceria
a CUT e a nova entidade não teria força
para interromper o andamento das reformas. "A
CUT não pode simplesmente defender apenas
uma categoria", disse. "Lutar para a
retirada das reformas seria o caminho para uma
derrota porque o governo já constituiu
uma maioria no Congresso e conta com apoio político
para as reformas na sociedade", completou.
Ele argumenta que o melhor é negociar e
apresentar emendas ao projeto de reforma previdenciária
no Congresso.
Marinho rebateu a crítica
de Puggi de que ele assume um discurso de governo
por pertencer ao PT e por ser amigo pessoal de
Lula. "Não confundo meu papel na CUT
com a minha relação pessoal com
o companheiro e presidente Lula. Sou fiel às
resoluções da central e não
às de um determinado segmento", afirmou".
(Fonte: Agência Estado)
PRA
FINALIZAR
Livro conta a história
do primeiro jornal comunista brasileiro
A classe operária é
o título do livro que será lançado
na sexta-feira no auditório Nereu Ramos,
na Câmara, e que conta a história
do jornal comunista mais antigo do país.
Segundo o autor, jornalista Apolinário
Rebelo, a obra mostra a luta contra a censura
durante o Estado Novo e o regime militar. A Classe
Operária, órgão central do
Partido Comunista do Brasil, começou a
circular em maio de 1925. "O livro busca
resgatar o heroísmo e a dedicação
dos que fizeram o jornal, apesar da falta de apoio,
de condições materiais e da perseguição
de governos, afirma o autor.
O livro pode ser adquirido pelo sítio www.anitagaribaldi.com.br.
(Fonte: Agência Câmara)
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