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Representantes de servidores
pedem ao governo abertura de negociações
da reforma da Previdência
O ministro-chefe da Casa Civil,
José Dirceu, recebeu, pouco depois das
14h, no Palácio do Planalto, uma comissão
formada por dez representantes da Central Única
dos Trabalhadores (CUT), dos trabalhadores da
educação e dos servidores públicos
federais. A reivindicação é
de abertura de um processo de negociação
da reforma da Previdência. Segundo o presidente
da CUT, Luiz Marinho, os manifestantes querem
discutir mais detalhadamente a proposta da reforma.
Participam ainda do encontro os ministros da Previdência
Social, Ricardo Berzoini, e Luiz Dulci, da Secretaria
Geral da Presidência da República.
A comissão vai entregar um documento ao
governo pedindo a abertura das negociações.
(Fonte Agência Brasil)
José
Dirceu é contrário a emendas dos
deputados petistas
A bancada de deputados federais
do PT decidiu dia 10 preparar propostas de emenda
à Reforma da Previdência em pelo
menos sete pontos centrais do texto que tramita
no Congresso desde o final de abril. O ministro-chefe
da Casa Civil José Dirceu disse que seria
um erro primário do governo mudar proposta
acordada com governadores. Em almoço ontem
na Casa Civil, o ministro teria dito que é
falsa a idéia de que o governo vai mudar
o texto da reforma, "a não ser uma
ou outra mudança residual". (Fonte:
Folha de São Paulo)
Intelectuais
assinam manifesto
Intelectuais
simpatizantes do PT voltaram a criticar duramente
o governo Lula ao assinarem ontem, dia 10, o "Manifesto
de Alarme Contra a Proposta do Governo de Reforma
da Previdência", propondo a sua retirada
do Congresso. O documento foi aprovado em ato
público na USP (Universidade Federal de
SP), organizado por sindicatos e associações
de servidores e professores de universidades paulistas.
O documento diz que a proposta de Reforma da Previdência
"nada oferece no sentido de resolver os problemas
reais que o sistema apresenta e rompe com os princípios
de justiça e inclusão social".
O professor de Sociologia Octavio Ianni afirmou
ao jornal Folha de SP que as reformas encaminhadas
ao Congresso são ëxigências
rigorosas e imperiosas do FMI e do Banco Mundial".
(Fonte: Folha de São Paulo)
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