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Colegas de Novo Hamburgo vão
parar dias 14 e 15
Em assembléia realizada ontem, os colegas
da Justiça Federal de Novo Hamburgo decidiram
pela paralisação por duas horas
amanhã (das 12h às 14h) e o dia
todo na quinta-feira. Na Justiça do Trabalho
a paralisação será de 48
horas.
REFORMAS
Reforma pode ser
votada dia 29
A Comissão de Constituição,
Justiça e Redação da Câmara
(CCJR) definiu o calendário de discussão
das reformas da Previdência e Tributária.
Elas deveriam ter começado ontem, o que
não ocorreu por falta de quorum. A previsão
é de que se se encerram entre os dias 27
a 29 deste mês, quando a comissão
poderá votar o parecer dos relatores das
matérias. Nos dias 14 e 15, a CCJR dedicará
as sessões para debater as propostas; dia
21, o deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR) deverá
apresentar parecer sobre a Reforma Tributária
(PEC 41/03) e, no dia 22, o deputado Maurício
Rands (PT-PE) poderá apresentar o parecer
da Reforma da Previdência (PEC 40/03). (Fonte:
Diap)
BRASIL
Executiva do PT
abre processo que pode resultar na expulsão
de parlamentares
A direção do PT abriu ontem processo
na sua Comissão de Ética que pode
terminar com a expulsão da senadora Heloísa
Helena (AL) e dos deputados João Batista
Araújo, o Babá (PA), e Luciana Genro
(RS). Em reunião em São Paulo, a
executiva nacional do partido concluiu, por 13
votos a 7, que os três parlamentares "ultrapassaram
o mero direito à opinião" e
tomaram "atitudes de franca quebra da unidade
de ação do partido", de "oposição
sistemática", nesse período
de debate da reforma da Previdência e seu
ponto mais polêmico: a taxação
dos servidores aposentados. A comissão
de ética terá de 30 a 60 dias para
ouvir os acusados de "indisciplina partidária",
preparar um parecer e encaminhá-lo ao diretório
nacional, que decidirá pela expulsão
ou não dos parlamentares. Em resposta,
os três parlamentares prometeram recorrer
ao diretório nacional, apoiar greves de
servidores e lutar por um plebiscito com todos
os filiados do PT para decidir sobre a taxação
dos inativos.
Outros parlamentares que fizeram críticas
à reforma da Previdência, como o
senador Paulo Paim (RS) e os deputados João
Fontes (SE) e Lindberg Farias (RS), não
foram punidos porque a direção petista
considerou que eles só estão exercendo
seu direito de opinião e não participaram
de atos e ações concretas contra
o governo.
"Vai ser como na ditadura, quando as pessoas
era cassadas em doses homeopáticas",
avaliou Fontes, referindo-se à não-inclusão
de seu nome e de outros parlamentares no procedimento
da comissão de ética. Ele acha que
também vai ficar na mira da direção
a partir de sexta-feira, quando fará, ao
lado de servidores, de Babá, Luciana e
Heloísa Helena, um ato contra a Reforma
da Previdência em Aracaju (SE).
A direção do PT chegou a propor
uma saída para que o processo contra os
três não fosse aberto. Eles teriam
de se comprometer, por escrito, a votar as reformas
conforme a determinação do partido.
Eles não aceitaram. (Fonte: O Estado de
São Paulo)
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