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MUNDO
Anistia Internacional denuncia
EUA por prisões em Guantánamo
A Anistia Internacional denunciou na quarta-feira
11 os Estados Unidos por manterem há quatro
anos sua prisão de Guantánamo, onde
cerca de 500 pessoas de 35 países continuam
presas sem acusações formais ou
julgamentos prévios. Em um documento intitulado
"Detidos de Guantánamo: quatro anos
sem justiça", a Anistia indicou que
"enquanto são negados os direitos
que lhes outorga o direito internacional, crescem
as denúncias de tortura e maus-tratos contra
presos no campo".
"Há quatro anos, os Estados Unidos
transferiram seus primeiros detidos da 'guerra
contra o terror' encapuzados e algemados ao centro
de detenção de sua base naval na
Baía de Guantánamo, Cuba",
escreveu a ONG britânica, que atua em diversos
países, inclusive no Brasil. O regime de
detenção da Baía de Guantánamo
entra em seu quinto ano. "Os detidos permanecem,
na prática, em um buraco negro legal, muitos
deles sem acesso a um tribunal de nenhum tipo,
assistência letrada ou visitas de sua família",
destacou a Anistia Internacional.
A Anistia pede que o público escreva diretamente
ao presidente Bush exigindo o fechamento da prisão.
O endereço é o seguinte:
George W. Bush
The President
The White House
1600 Pennsylvania Avenue
Washington DC 20500
EE. UU.
Fax: +1 202 456 2461
Correio eletrônico: president@whitehouse.gov
(com informações da Agência
Carta Maior)
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