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Sisejufe/RJ e Fenajufe denunciam
assédio no Centro Cultural da JF
O diretor do Sisejufe/RJ
Valter Nogueira, acompanhado do diretor da Fenajufe
Cláudio Azevedo e da diretora do Sintrajufe/RS
Silvana Klein, se reuniram na tarde do dia 5 com
o corregedor do Conselho Nacional de Justiça
(CNJ), ministro Pádua Ribeiro, para dar
prosseguimento às representações
contra a diretora executiva do Centro Cultural
da Justiça Federal (CCJF), Paula Rita de
Mesquita Carvalho, que vem praticando assédio
moral com os servidores concursados e terceirizados,
artistas e produtores do CCJF.
A denúncia já foi levada ao conhecimento
do CNJ e do TRF/RJ há algum tempo. No dia
14 de novembro, o Sisejufe/RJ e a Fenajufe protocolaram
no CNJ denúncia e abaixo-assinado subscrito
por 18 dos 20 servidores do CCJF, contra os atos
praticados pela diretora. A denúncia e
o abaixo-assinado também foram protocolados
no TRF/RJ desde o dia 11 de abril, mas até
agora não houve nenhuma providência.
Na última quarta-feira, 30 de novembro,
o Sisejufe esteve em audiência com o presidente
do TRF/RJ, Frederico Gueiros, para informá-lo
sobre o caso e solicitar que os responsáveis
tomem as providências necessárias.
Porém, o presidente informou apenas que
irá analisar a questão, sem dar
nenhuma sinalização de providência.
De acordo com o diretor do Sisejufe/RJ, a procedência
da diretora executiva piorou ainda mais depois
das denúncias feitas. Depois de toda a
atuação da Federação
e do sindicato, ainda houve duas denúncias
contra Paula Carvalho, uma feita pela assessora
do secretário de cultura do Estado do Rio
de Janeiro, e outra pelo coordenador do curso
de cultura da Universidade Federal Fluminense.
Ambas denunciam as atitudes arbitrárias
e abusivas da diretora executiva. As denúncias
foram protocoladas no TRF/RJ na semana passada
e apresentadas hoje ao corregedor do CNJ.
Depois do relato dos dirigentes sindicais, Pádua
Ribeiro informou que entrará em contato
pessoalmente com o presidente do TRF/RJ para solicitar
agilização da questão no
âmbito do Conselho. O conselheiro informou
ainda que, caso o TRF não averigue as denuncias
e tome as providências necessárias,
o CNJ tomará as medidas cabíveis.
Ribeiro complementou dizendo que a prática
de assédio moral vem sendo praticada com
freqüência no Judiciário Federal,
e parabenizou a atitude da Fenajufe e dos sindicatos
por denunciar tais problemas.
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