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0,01% - PARECE ATÉ DEBOCHE
Não poderia ser
outra nossa reação ao ver o governo
Lula anunciar o cumprimento do mandamento constitucional
que determina a concessão de reposição
salarial aos servidores federais. Foi divulgado
pela imprensa que, para não permanecer
omisso em relação à Constituição
e temendo ações judiciais, o Ministério
do Planejamento enviou para a Casa Civil medida
provisória com o incrível índice
de reajuste de 0,01% sobre os salários
que estão achatados desde a primeira gestão
de FHC. O governo argumenta que teriam sido concedidos
aumentos negociados com várias categorias
do funcionalismo. O problema é que esses
aumentos se deram com a criação
de gratificações ou reajuste das
já existentes. Na verdade, o governo comprovou
que não tem uma política geral para
os servidores. No ano passado, a justificativa
foi que havia recebido o orçamento pronto
do governo anterior. Em 2004, com a manutenção
da política econômica do governo
FHC, novamente os servidores ficaram sem reajuste.
E para 2005? Até agora, a menos de dois
meses de vencer outra data-base, nem sequer há
negociação de índices.
Demonstrando, desde o início de sua gestão,
animosidade com os servidores, o atual governo
penaliza esses trabalhadores, que sempre foram
peças importantes nas lutas do campo político
que o elegeu. A categoria recebe a notícia
do aumento proposto pelo governo como uma manifestação
debochada.
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Dia 1º/12, servidores da
JF farão
manifestação contra vara fantasma
e por melhores condições de trabalho
A Justiça
Federal da 4ª Região criará,
dia 1º/12, uma nova modalidade de vara: a
vara fantasma. Nesse dia, será inaugurada
a Vara do Sistema Financeiro de Habitação.
Há espaço, há móveis,
só falta um detalhe: servidores. A administração
parece ignorar a já estafante quantidade
de trabalho e promove a implantação
de uma se é que um dia teve, Vara para
a qual não há disponibilização
de cargos. Isso só ocorrerá em abril
de 2005. Por esse motivo, pelas más condições
de trabalho, pela falta de diálogo com
a administração, os colegas decidiram
em assembléia que o dia 1º/12 será
marcado por protesto, com o uso de adesivos e
distribuição de carta aberta à
população. Leia mais na página
2.
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Assembléia geral discutirá
mudanças no Estatuto do Sintrajufe
Tendo em vista o novo
Código Civil, bem como questões
levantadas em nosso Congresso Estadual, convocamos
assembléia geral para debater e aprovar
alterações estatutárias nos
seguintes temas:
1) Dos associados, direitos e deveres;
2) Das penalidades;
3) Do sistema diretivo do sindicato;
4) Da perda do mandato;
5) Da vacância e das substituições;
6) Das entidades de grau superior;
7) Da fusão ou unificação
com outras entidades sindicais;
8) Dos órgãos de deliberação
da categoria;
9) Das eleições;
10) Das candidaturas, inelegibilidades, e investiduras
em cargos
do sistema diretivo e do conselho fiscal;
11) Do registro das chapas;
12) Da seção eleitoral de votação;
13) Da seção eleitoral de apuração
dos votos;
14) Da anulação e das nulidades
do processo eleitoral;
15) Do orçamento;
16) Da dissolução da entidade;
17) Da vigência e alteração
do Estatuto.
Assembléia geral 8/12 14h
na sede
Pauta: alterações estatutárias
e prestação de contas
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Assembléia
geral
Categoria elege delegados para Plenária
Em assembléia geral
dia 23/11, a categoria elegeu Alan e Cláudio
Azevedo como delegados e Paulo Rosa como suplente
para a Plenária da Cnesf, que acontecerá
dia 26/11 em Brasília. Os colegas presentes
também discutiram o anteprojeto de reestruturação
do PCS, com informes do Seminário Nacional
promovido pela Fenajufe em Brasília (leia
mais na página 4).
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Justiça
Eleitoral
Pressão pela movimentação
extraordinária
Os colegas da
Justiça Eleitoral decidiram, em assembléia
de base dia 11/11, que acompanharão a sessão
do TRF, ainda sem data, que julgará recurso
sobre a movimentação extraordinária.
Também será desenvolvida uma campanha
para que os demais colegas saibam o que significaria
a perda da movimentação. Os atingidos
são justamente os servidores com menos
tempo de trabalho, que recebem os menores salários
e não têm direito aos valores da
URV. Em alguns casos, o impacto pode significar
uma redução de até 32% do
salário. Outra campanha será sobre
a URV, pois a Eleitoral ainda não recebeu
todo o valor principal.
Esses assuntos serão tema da reunião
do Sintrajufe com o presidente do TRE, juiz Paulo
Augusto Monte Lopes, em 14/12. Também estarão
em discussão plano de saúde, unificação
dos benefícios no Judiciário Federal
e horas extras. O objetivo é que o maior
número possível de colegas acompanhe
a reunião.
Assembléia
de base da JE 1º/12 13h30min
no TRE da Duque
Pauta: prestação de contas do Sindjers
no biênio 2002/2004, encerrado em junho
de 2004
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Justiça
do Trabalho
Condições
de trabalho na pauta de reunião com direção-geral
No dia 18/11, os diretores
Denise, Mara, Silvana e Zé foram recebidos
pelo diretor-geral do TRT, Luiz Fernando Taborda
Celestino. Foram tratadas as condições
de trabalho em Alegrete e Rosário do Sul,
mostradas no último T-Liga. O diretor-geral
garantiu que, até o início de 2005,
haverá renovação total do
mobiliário das varas do interior. Quanto
à mudança de prédio de Alegrete,
Luiz Fernando explicou que o tribunal procura
novas instalações há um ano,
mas não encontra na cidade imóvel
adequado às necessidades de acessibilidade.
Rosário do Sul, segundo informou o diretor-geral,
receberá obras de pintura e ampliação
do espaço para arquivo durante o recesso.
Em relação à falta de preenchimento
de uma vaga, ele disse que a lotação
atual, apesar de não ser a ideal, é
adequada.
Estágios
Foi informado que o TRT estuda a contratação
de estagiários. Ele disse que o objetivo
não é substituir mão-de-obra,
mas não se pode fechar as portas
do serviço público ao aperfeiçoamento
do estudante. O sindicato reforçou
a necessidade de que, caso venha a ser implementado,
haja critérios claros e rígidos
na seleção.
Horário nos postos
O sindicato levantou a possibilidade de redução
do horário de atendimento externo nos postos,
tendo em vista o número reduzido de funcionários.
Segundo Luiz Fernando, para que isso aconteça
é necessário um requerimento à
Corregedoria.
Boatos: PCS e URV
O diretor-geral afirmou que não haverá
adiantamento da parcela do PCS, boato que circulou
nos locais de trabalho. O pagamento, previsto
em lei, acontecerá em janeiro. Também
não há possibilidade de pagamento
dos juros da URV agora, pois a quitação
vai se dar pela execução judicial,
que será encaminhada em breve pelo Sintrajufe
(veja na página 5).
Auxílio-alimentação
Foi confirmado o aumento de 20% no auxílio-alimentação,
previsto para 2005 e retroativo a outubro. O tribunal
aguarda a suplementação que tramita
no Congresso para efetuar o pagamento.
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Senado
aprova criação de 1.068 cargos no
TRT de São Paulo
O Senado aprovou, dia
18/11, o PL 90/2003, que cria 1.068 novos cargos
no TRT da 2ª Região/SP. A matéria
segue para sanção. Para o diretor
do Sintrajud e da Fenajufe Luiz Falcão,
a aprovação do projeto permitirá
que se aproxime mais da lotação
de 14 servidores por vara previsto pela lei 10.770/03.
Apesar do projeto trazer benefícios aos
servidores do TRT-2 que estão sobrecarregados,
Falcão ressalta que esta conquista
ainda é insuficiente para a demanda e a
previsão de provimento dos cargos é
somente a partir do final de 2005.
Projeto semelhante, prevendo a criação
754 cargos para área ou especialidade,
650 cargos em comissão e funções
comissionadas e 317 transferências de FCs
foi apresentado pelo TRT da 4ª Região.
Em 9/7, o presidente da Comissão de Trabalho,
Administração e Serviço Público,
deputado Tarcísio Zimmermann (PT-RS), deu
parecer favorável ao projeto. Esse foi
o último andamento.
Dia
1º/12 servidores da JF fazem manifestação
Os servidores da JF denunciarão,
no dia 1º/12, os problemas quanto à
sobrecarga de trabalho nas varas de Porto Alegre
e do interior, além de setores administrativos.
Esses problemas se agravaram pelas recentes alterações,
com falhas de planejamento, na estrutura da JF,
além da falta de critérios objetivos
na destinação das novas varas.
Os colegas também denunciarão que
a inauguração da nova Vara em 1º/12
em Porto Alegre criará sobrecarga para
os servidores. Os novos cargos dessa Vara só
serão disponibilizados em abril de 2005.
Até lá, os servidores que já
atuam na JF terão ainda mais trabalho por
conta da redistribuição de processos
que será realizada neste final de ano.
Apesar de uma série de audiências
com integrantes da administração,
o que se vê é a inauguração
de uma vara fantasma, que só funcionará
pelo deslocamento de servidores antigos hoje já
necessários em vários setores da
JF. Um dos problemas mais graves registrados nas
diversas audiências na JF e no TRF não
teve nenhuma medida encaminhada: o estrangulamento
dos JEFs previdenciários da Capital.
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URV
Entenda como está a execução
na JT
A execução
é normalmente promovida após o trânsito
em julgado da sentença, quando se diz definitiva.
A execução provisória é
aquela que se faz quando a decisão ainda
está pendente de recurso recebido só
no efeito devolutivo. Não abrange os atos
que importem, no caso, levantamento de valores
e fica sem efeito se a sentença for modificada
ou anulada.
Na Justiça do Trabalho, será ajuizado
um só processo de execução
provisória. O Sintrajufe atuará
como substituto processual dos servidores. A jurisprudência
mais recente tem admitido a execução
pelo substituto processual, embora não
seja questão pacífica.
A execução deverá ficar limitada
aos juros vencidos desde o ajuizamento e a diferenças
de correção monetária. Mesmo
admitida a execução pelo sindicato,
a requisição do precatório
(ou do pequeno valor, conforme o caso), deverá
aguardar o trânsito em julgado do recurso
extraordinário da União.
Segundo informações obtidas no dia
17/11 junto aos peritos Steimer & Kfouri,
eles estão finalizando o trabalho dos cálculos.
Não há expectativa de recebimento
de valores por hora.
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A
JF está em fase de execução
definitiva
O cronograma informado
pela assessoria jurídica do Sintrajufe
prevê ajuizamento de todas as ações
de execução da URV (dos sindicalizados
que já mandaram documentos) da Justiça
Federal (1ª Instância e TRF) até,
no máximo, dia 10/12.
As ações estão sendo encaminhadas
em grupos e terão custas judiciais, que
serão pagas pelos autores. Esses valores
serão cobrados agora, mas devolvidos pela
União quando do pagamento. Cada autor será
informado sobre quanto será descontado.
O valor variará conforme a decisão
de cada juiz para o qual as ações
foram distribuídas e será descontado
em uma única vez, a fim de não atrasar
o andamento da ação. As custas estão
sendo cobradas porque ainda não há
decisão definitiva para que os sindicatos
possam fazer a execução como substitutos
processuais. E, no caso dessa ação,
foi negada pelo juiz.
Outras informações quanto a valores
e andamento dos processos podem ser obtidos com
jurídico do Sintrajufe pelo telefone (51)
3231-0055.
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Reforma
Sindical
Como fica a organização dos
servidores
Antônio
Augusto de Queiroz*
O
texto com os enunciados da reforma, aprovado no
Fórum Nacional do Trabalho, afirma que
as diretrizes sindicais e trabalhistas definidas
no Fórum Nacional do Trabalho serão
asseguradas aos servidores públicos, respeitando
o princípio federativo, a natureza do regime
jurídico dos servidores, os procedimentos
de negociação coletiva e as formas
de composição de conflitos, que
merecem regulamentação específica.
A Proposta de Emenda à Constituição
(PEC), que circula extra-oficialmente, modifica
inciso VII do art. 37, da Constituição
Federal, para determinar que a negociação
coletiva e o direito de greve serão exercidos
nos termos e nos limites definidos em lei especifica.
Já o projeto de lei que irá regulamentar
a PEC, por sua vez, determina que enquanto não
for aprovada a lei específica sobre a organização
sindical dos servidores, os sindicatos de servidores
públicos obedecerão as seguintes
regras:
a) pluralidade de organização, com
personalidade sindical reconhecida por ato do
Ministro do Trabalho e Emprego,
b) organização sindical por ramo
e não mais por categoria,
c) funcionamento sindical condicionado ao critério
da representatividade sindical, que pode ser comprovada
ou derivada:
(i) a representatividade comprovada exige 20%
de filiação, admitindo organização
no sistema de liberdade ou de exclusividade;
(ii) no sistema de liberdade, podem existir mais
de uma entidade na base,
(iii) no sistema de exclusividade, o sindicato
será única na base, porém
perde a liberdade de organização,
devendo seguir um estatuto padrão; e;
(iv) a representatividade derivada vincula definitivamente
o sindicato à entidade que o criou, provavelmente
uma central sindical;
d) os sindicatos de servidores terão como
prerrogativas:
i) representar, perante as autoridades administrativas
e judiciárias, os interesses da respectiva
base de representação, e;
ii) atuar em juízo como legitimo ordinária
ou extraordinário, na forma da lei;
e) autoriza a cobrança apenas de mensalidade
associativa;
f) determina prestação de contas
segundo os padrões da contabilidade pública,
devendo a documentação contábil
ficar à disposição do Ministério
do Trabalho e Emprego e do Ministério Público
do Trabalho por cinco anos;
g) determina que a entidade mantenha a lista,
com endereço atualizado de todos os filiados,
devendo comunicar ao Ministério do Trabalho
e Emprego qualquer alteração na
diretoria e no estatuto da entidade.
A lei específica para a organização
dos servidores, que irá substituir as regras
provisórias acima resumidas, já
se encontra em fase adiantada de elaboração
no Fórum Nacional do Trabalho.
* jornalista, diretor
de Documentação do Diap e assessor
parlamentar da Fenajufe
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Desvio
de função de Ojafs
Sindicato obtém vitória no
caso de Passo Fundo
O Sintrajufe ingressou
com representação contra portarias
7 e 15 editadas pela direção do
foro de Passo Fundo denunciando desvio de função
de oficiais de justiça que passaram a trabalhar
nas secretarias de varas. O processo administrativo
foi julgado pela Corregedoria e a decisão
foi por manter a situação vigente
e arquivamento do pedido. Desta decisão
houve recurso do sindicato ao Conselho de Administração.
O pedido era pela revogação das
duas portarias, mas o Colegiado, ao conceder parcialmente,
decidiu que a atual situação dos
oficiais assim permaneça até o limite
do provimento dos cargos, decorrentes do concurso
público em andamento ou até o dia
17/12 (prazo final definido pela portaria 7),
ou seja, o que ocorrer primeiro.
Na parte dispositiva da sua decisão o relator
destaca: O prazo final estabelecido nas
citadas portarias não deverá ser
prorrogado nem poderá ser editado outro
ato com teor similar no âmbito da subseção
judiciária de Passo Fundo após o
término do referido prazo .
Entendemos como uma vitória, apesar do
parcial provimento, pois, a data final está
próxima e, após o término
do referido prazo, não poderá haver
a prorrogação das portarias e nem
mesmo a edição de semelhante medida,
retornando os oficiais para suas atribuições
específicas.
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Colegas
de Sapucaia esperam há anos por novas instalações
Há mais de dez
anos atendendo a população no andar
térreo de um prédio residencial
localizado na rua Senador Lúcio Bittencourt,
os servidores da JT de Sapucaia do Sul aguardam
a concretização de uma antiga promessa
do tribunal: um novo local para a instalação
da Vara. E não poderia ser diferente. Alugado
desde 1992, o prédio atualmente não
oferece mais condições dignas (se
é que um dia as teve,) tanto para quem
lá trabalha quanto também para aqueles
que procuram por seus direitos trabalhistas.
Enquanto a umidade penetra cada vez mais nas paredes,
os 11 colegas lotados na secretaria são
obrigados a se revezar no uso dos seis computadores
o que piora quando os oficiais também
necessitam das máquinas e a dividirem
o pequeno espaço com móveis antiquados
e dezenas de prateleiras atulhadas de processos
(estes também se encontram empilhados por
cima de todas as mesas).
A localização da Vara é considerada
inadequada por todos, pois fica longe do centro
da cidade, não possui uma linha de ônibus
(apenas lotação de meia em meia
hora). O restaurante mais próximo fica
distante sete quadras. A senhora que faz
a limpeza também faz a nossa comida. Se
não fosse ela teríamos mais um problema
para resolver, dizem.
O mercado imobiliário de Sapucaia não
oferece um local com as condições
necessárias para abrigar a Vara atual e
outra que está para ser instalada no ano
que vem. O que existe são empresas dispostas
a construir prédios em área central
e seguindo especificações que incluem
acessibilidade e distribuição de
espaços conforme a necessidade do tribunal.
Mas, em contrapartida, para garantir o retorno
do investimento, querem locar por um período
que ultrapasse os três anos, tempo máximo
estipulado pelo TRT por contratação.
Nós sabemos que, uma vez instalados,
vamos ficar. Mas os empresários querem
a garantia de um contrato mais longo, comentam
os colegas.
Com mais de 3 mil processos em andamento e trabalhando
com pauta dupla até a terceira semana de
novembro, outro problema que aflige os colegas
é o reduzido número de servidores.
Qualquer coisa que fuja do cotidiano se
transforma em problema. Ninguém pode faltar,
adoecer ou tirar licença, que a rotina
dos colegas se sobrecarrega, afirmam.
Como sugestão para minimizar tantas carências
e ter um resultado quase imediato, os servidores
reivindicam a redução no horário
de atendimento no balcão. Poderia
passar para a parte da tarde. Trabalharíamos
melhor e teríamos mais tempo para organizar
o serviço, argumentam. Eles citam
o caso do arquivo, em que há milhares de
processos que já poderiam ter sido incinerados.
Não o fazemos por absoluta falta
de tempo para realizarmos a seleção
do material que continua acumulando. Em
reunião com o TRT, o assunto foi tratado;
leia na página 2.
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Um quadro
que se repete em todas as visitas ao interior
Um quadro uniforme quando
se está do lado de trás do balcão
do Judiciário Federal no Rio Grande do Sul.
Nele vemos servidores sobrecarregados de trabalho
tendo que atender uma sociedade que, com razão,
cobra agilidade no atendimento a um dos mais básicos
e elementares direitos do ser humano: a justiça.
Não bastassem os burocratas de Brasília
empurrarem com a barriga questões como a
falta de pessoal, os ambientes de trabalho em sua
maioria estão deteriorados ou inadequados
seja pelo volume dos processos em trâmite
e arquivados, seja pelo serviço que deveria
ser prestado.
Para realçar mais as cores do quadro, a demanda
cresce ano a ano (somente nas seções
judiciárias da 4ª Região, foram
distribuídos 75,3 mil processos em 1998 contra
218,6 mil no ano passado, um aumento da ordem de
290%), faltam equipamentos de informática,
trabalhadores ficam doentes e são afastados
do trabalho, o mobiliário é antigo
e há decepção com a carreira,
além da inexistência de bom senso em
algumas chefias que pressionam por um resultado
que não tem como ser apresentado.
Por mais sensacionalista ou pessimista que possa
parecer, e levando-se em conta que exceções
existem, o conjunto de problemas citados nas linhas
acima é, na verdade, a dura realidade a que
estão sujeitos os brasileiros tanto
os que buscam reparação junto ao Estado
quanto aqueles que fazem a máquina do sistema
jurisdicional funcionar. E essa também tem
sido a situação que o sindicato tem
encontrado nas visitas que tem feito a locais de
trabalho e relatado no T-Liga, como em Pelotas,
Santa Cruz do Sul, Alegrete, Rosário do Sul
e, no último dia 23, as Varas Trabalhistas
de Esteio e de Sapucaia do Sul.
O que o Sintrajufe quer com isso é que os
servidores conheçam um pouco do dia-a-dia
de colegas que, não importando a distância,
enfrentam os mesmos problemas quando não
maiores para ganhar seu sustento. É,
igualmente, para mostrar que, se um problema é
comum a todos, a responsabilidade por resolvê-lo
também é de todos e pode ser demonstrada
fazendo greve, denunciando, participando das assembléias,
opinando, sugerindo, pressionando. O sindicato espera
ainda que os tribunais da 4ª Região
assumam a responsabilidade e a obrigação
de brigar para que esta realidade se altere.
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Aumento
de pessoal e melhoria do local de trabalho são
as principais reivindicações
Assim como em outros
municípios, em Esteio os colegas da JT
vivem o seu dia-a-dia cercados de problemas que
se repetem como um mantra: muito trabalho, servidores
de menos, iluminação precária,
entre outros. Instalada em prédio próprio
desde setembro de 1986, a Vara local conta com
11 servidores, sendo que, destes, oito trabalham
na secretaria.
Os servidores esperam há mais de dois anos
a reposição da vaga de um funcionário
que foi cedido ao tribunal em Porto Alegre. Segundo
eles, o próprio TRT havia prometido que
tal preenchimento seria feito em seguida. Porém,
com o passar dos meses, houve alteração
no critério de avaliação
das lotações e hoje a administração
entende que a Vara está com a quantidade
ideal de servidores. Falta gente aqui em
Esteio. Nós, que vivemos o cotidiano local,
é que sabemos da real necessidade,
protestam.
O que corrobora com a afirmação
foi o aumento de competência das varas a
partir da execução previdenciária.
Na visão dos colegas, além da perda
de um servidor, houve um aumento significativo
na rotina de trabalho. Na prática,
com a execução previdenciária
nós aumentamos a arrecadação
da União. O que esperamos é que
esta mesma União coloque mais gente para
trabalhar nas secretarias, reivindicam.
Por ter uma única Vara, Esteio não
conta com um setor de Distribuição.
São os próprios servidores os responsáveis
pelas autuações, pelo recebimento
das petições, pela busca de documentos,
certidões e arquivos. É preciso
que se altere essa sistemática quando da
criação das novas varas e que se
estenda a mudança às já existentes,
avaliam. Outra sugestão dos colegas para
aliviar a pressão do trabalho e aumentar
o espaço para arquivos seria a criação,
pelo tribunal, de uma comissão itinerante
de apoio às varas no arquivamento de processos,
na catalogação, na separação
e na eliminação de documentos.
Quanto à diminuição do horário
de atendimento no balcão, os colegas acreditam
que seria bem-vinda. No entanto, sozinha essa
medida funcionaria apenas como um paliativo, seria
tapar o sol com a peneira. Uma
ação desse tipo, isolada, atingiria
de forma negativa a comunidade, que não
tem culpa pelas carências do serviço
público. O que é preciso fazer,
e com urgência, é aumentar o quadro
funcional e melhorar a estrutura dos locais de
trabalho, afirmam.
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Reestruturação
do PCS
Categoria defende manutençao de auxiliar
e paridade
Um dos temas que mais
tem mobilizado a categoria é a reestruturação
do PCS, cujo anteprojeto já está
pronto. No dia 21/11, a Fenajufe promoveu um Seminário
Nacional para analisar e propor mudanças
nesse documento. Estiveram presentes mais de 70
pessoas. Pelo Sintrajufe, participaram os colegas
Gleni, Itamar, Paulo Rosa e Zé
Foi feito um relato da participação
do diretor-geral do STF, Miguel Fonseca, no seminário
realizado pelo Sindjus/DF dia 19/11 sobre o mesmo
tema. Ele informou algumas posições
da direção-geral do STF sobre a
proposta elaborada na Comissão Interdisciplinar
(veja quadro).
No seminário da Fenajufe, além dos
pontos registrados pelo diretor-geral, foram discutidos,
entre outros, os seguintes itens:
1. Ingresso na carreira/concurso público:
melhorar a redação do artigo, garantindo
a realização do concurso com cargo
e especialidade definidos já no edital.
2. Artigo 25: debater a exclusão da parte
final deste artigo (... observado o que
a respeito dispuser o STF), que trata do
direito à revisão geral de salários
dos servidores públicos.
3. Concurso público/programa de formação:
questionar a subjetividade que pode surgir com
a implementação de um curso de formação
de caráter eliminatório e classificatório
nos concursos públicos.
No final dos trabalhos, foram tirados, entre os
encaminhamentos, debate e deliberação
sobre as propostas de alteração
pelos sindicatos de base até 15/02/05;
divulgação, pela Fenajufe, das posições
dos diversos sindicatos até 20/02/05; realização
de reunião ampliada da Fenajufe dias 26
e 27/02/05; encaminhamento da continuidade da
negociação sobre pontos consensuais
que defendemos até a Reunião Ampliada.
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Diretor-geral
do STF fala sobre o anteprojeto
Veja os principais pontos
debatidos com o diretor-geral do STF, Miguel Fonseca,
no seminário sobre o PCS promovido pelo
Sindjus/DF:
1. Auxiliar judiciário: a direção-geral
irá propor a alteração, a
fim de garantir a manutenção do
cargo.
2. Aposentados (20 padrões): está
sendo estudada a possibilidade de manter os atuais
15 padrões ou aumentar para 20, com o enquadramento
sendo efetivado de cima para baixo, o que garantirá
o mesmo direito a ativos e aposentados.
3. Agente de segurança: está sendo
prevista a inclusão da gratificação
de atividade de segurança (GAS) em
percentual ainda a ser definido.
4. Funções comissionadas: possíveis
alterações neste item podem se tornar
um dos pontos de discordância quanto à
proposta. Fonseca afirmou que proporá alteração
da versão da comissão no que se
refere a manter a exclusividade das FC 1 a FC
6 para servidores da carreira judiciária.
Ele defende a manutenção do critério
atual, além da majoração
dos valores pagos pelas funções,
principalmente nos Cargos em Comissão.
Essas alterações vão de encontro
a nossa defesa de continuar valorizando o cargo
efetivo em relação às FCs.
5. Adicional de qualificação: a
DG concorda em incluir o benefício nos
proventos da aposentadoria.
6. Redistribuição: Fonseca defendeu
a inclusão de artigo que dê aos servidores
o direito à redistribuição.
7. Prazos: a previsão do diretor-geral
é que a discussão da proposta seja
realizada até o final de 2004 e que o projeto
seja enviado ao Congresso em fevereiro do próximo
ano.
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Crise
no INSS
Sucateamento cria colapso no sistema de
Previdência
Depois de quase um mês
de lentidão no sistema de informática,
que fez com os atendimentos fossem suspensos em
muitas cidades do país, o ministro da Previdência,
Amir Lando, ainda declara que ainda não
foi identificada a origem do problema. Os
problemas estão identificados há
muito tempo. Em entrevista coletiva, a diretoria
da Empresa de Processamento de Dados da Previdência
(Dataprev) destacou a falta de investimentos e
as dificuldades financeiras devido a atrasos de
pagamento. O mais incrível: o Ministério
da Previdência deve R$ 150 milhões
à empresa.
A Dataprev considera que os trabalhadores fazem
um trabalho milagreiro, pois, mesmo
lidando com situações adversas,
conseguem atender à Previdência Social.
No dia 12/11, os funcionários do escritório
do RS da Dataprev enviaram ao gerente, Mário
Teza, uma correspondência em que denunciavam:
As autoridades não estão levando
a sério os investimentos que deveriam ocorrer
para acompanhar o avanço tecnológico
(...) o parque obsoleto e defasado se reflete
no atendimento dos servidores.
O que estaria por trás do sucateamento?
As propostas do FMI para privatização
da Previdência. A resolução
número 8 e a portaria 102 do Ministério
da Previdência atendem a essas recomendações.
A resolução 8 faz referência
a eliminar o monopólio da Dataprev
com o MPAS e o INSS e a dever-se considerar
uma eventual privatização,
parcial ou total, da Dataprev.
O diretor do Sindicato dos Trabalhadores na Previdência
Social (Sindisprev) Giusseppe Finco diz que a
falta de condições de trabalho é
o principal motivo do desgaste emocional vivido
pela categoria. Além do sucateamento
e da falta de investimentos no setor de informática,
sentimos na carne a desvalorização
dos serviços públicos, afirma.
Os previdenciários também lidam
com a dificuldade em fazer com que os usuários
entendam que os servidores também são
vítimas. Segundo Finco, seria importante
a CUT fazer uma campanha promovendo um intercâmbio
com o setor privado para acabar com o mito
de que nós, servidores públicos,
somos privilegiados.
Abaixo
o grampo!
O Sintrajufe e os secretários
de audiência da JT reuniram-se dia 19/11
e aprovaram o material de divulgação
da campanha Abaixo o Grampo!. Os secretários
distribuirão aos advogados um textos em
que solicitarão que petições
e documentos sejam entregues perfurados e sem
grampos. Ao mesmo tempo, a campanha será
ampliada, atingindo todos os setores. O sindicato
distribuirá cartazes a serem afixados nas
OABs e nas secretarias de varas.
Desde a saída dos juízes classistas
e com o aumento da competência da JT, as
tarefas dos secretários de audiência
foram ampliadas. O que antes era divido com os
classistas ficou exclusivamente a cargo dos secretários.
Com a edição de lei que proibiu
o pagamento de substituição e com
o estrangulamento do número de funcionários
nas secretarias, ficou mais difícil o apoio
para os secretários de audiência.
Essas alterações aumentaram muito
a incidência de doenças relacionadas
ao trabalho entre os secretários. O Sintrajufe
enviou um questionário aos secretário
a fim de conhecer melhor essa realidade. As respostas
devem ser entregues até dia 30/11, por
e-mail ou fax.
Direito
& Avesso
Prazo para artigos se encerra dia 30/11
A próxima
edição do Direito & Avesso estará
na rua antes do recesso. O tema Reforma do Judiciário
será aprofundado. Além disso, estarão
na pauta reestruturação do PCS e
ditadura militar. Se você quiser dar sua
opinião sobre algum desses temas, escreva
(imprensa@sintrajufe.org. br). O prazo para envio
de textos se encerra no dia 30/11. Os artigos
devem ter até 4,5 mil caracteres, contando
os espaços em branco.
Qualidade total
Rogério Dornelles,
médico do trabalho, assessor do Sintrajufe
A palavra qualidade
é muito sedutora. Atinge em cheio nossos
mais profundo sentimentos. Quando a ouvimos, imagens
de coisas belas invadem nossa mente. Imagine se
esta qualidade for total. Não existirá
cérebro suficiente para conter tanto prazer.
Mas, voltando à realidade, somos obrigados
a dizer que a expressão Qualidade Total
ou, como era originalmente denominada, Controle
de Qualidade Total, é uma forma de organização
do trabalho. Que pena, ainda não chegamos
ao paraíso.
Apesar de a ligarmos imediatamente ao Japão,
a expressão e sua conceituação
foram criadas na década de 1950 pelo então
gerente de controle de qualidade da General Eletric,
Armand Feigenbaum. A proposta surge em um contexto
histórico de início do esgotamento
do modelo fordista/tyelorista, que baseava a organização
do trabalho em tarefas pré-determinadas
pela gerência, sem participação
do trabalhador em nenhuma outra atividade que
não a determinada pelo comando. Essa forma
de produção trouxe alguns problemas,
por exemplo: os produtos começaram a ficar
muito caros e, pelo tipo de trabalho completamente
alienado, os níveis de faltas eram elevadíssimos.
A forma de organização do trabalho
denominada Qualidade Total encontrou sua melhor
performance no Japão. No pós-guerra,
as empresas japonesas necessitavam produzir para
um mercado restrito, e o território japonês
não tem espaço para estocagem de
produtos. A Qualidade Total era forma de produzir
com baixo custo, em pequenas quantidades e vinculada
à demanda. O modelo japonês não
foi uma cópia do proposto por Feigenbaum,
o qual defendia a formação de especialistas
em qualidade. Ao contrário, trouxe uma
inovação fundamental ao propor que
todos os empregados deveriam ser envolvidos pelo
Controle de Qualidade Total. Esse foi o pulo
do gato. Roberto Heloani, em seu livro Gestão
e organização no capitalismo globalizado,
afirma: O trunfo do modelo japonês
fabril não é a tecnologia, mas a
forma peculiaríssima de administrar pessoas
e grupos na situação de trabalho.
O sucesso do modelo de Qualidade do Total para
a economia japonesa é um fato. O debate,
portanto, não se deve centrar no sucesso
japonês. As dúvidas centram-se nos
custos humanos desse modelo, na transposição
automática de um país para outro,
na simples colagem de um modelo inicialmente fabril
para o serviço público e, fundamentalmente:
é o melhor modelo para a organização
do trabalho do ponto de vista dos trabalhadores
brasileiros? Quem sabe, ao introduzirmos esse
questionamento, não estaremos produzindo
um modelo de organização do trabalho
próprio e rompendo com a monotonia de sempre
absorver a tecnologia de outros países,
sufocando a criatividade e nossas próprias
iniciativas.
Prestação
de contas
Balanço
patrimonial em 30/6/04
Clique
aqui
Sintrajufe
comemora aniversário de 6 anos com Sexta
Básica
No dia 3 de dezembro,
a partir das 19h, na sede do sindicato, venha
comemorar conosco o aniversário de 6 anos
do Sintrajufe. Na ocasião, as oficinas
de cultura mostrarão um pouquinho de suas
respectivas produções. Os alunos
de Técnica Vocal apresentarão algumas
canções e os da Oficina de Fotografia
concluída em 2004/1 exibem seus trabalhos.
Além disso, por ocasião do centenário
de Pablo Neruda, os alunos da Oficina de Espanhol
farão leituras de textos do escritor. A
noite vai ser embalada pelo som de MPB e terá
um bolinho para desejarmos muitos anos de luta
para nosso sindicato. Venha conhecer um pouco
da história do sindicato contada em divertidas
charges. Não deixe de participar; afinal,
a casa é nossa.
Um
pouco de história
O Sintrajufe nasceu
em 28/11/98 para representar os servidores das
justiças Federal, Militar e do Trabalho.
Foi resultado da unificação do Sindjustra
(fundado em 24/10/88, logo após a promulgação
da Constituição que garantiu o direito
de sindicalização dos servidores)
e do Sindijusfe (criado em 23/11/90). Na época
o objetivo era evitar a fragmentação
de forças e construir uma entidade mais
forte e representativa. Neste ano foi a vez de
o Sindjers também somar esforços
na busca pelos direitos de todos os servidores
da Justiça Federal. A consolidação
do processo se deu por aclamação
na assembléia geral que aconteceu durante
o 3º Congresso, em 28/3. Hoje o Sintrajufe
conta com um total de 4.461 sindicalizados.
Bagasexta
de fim de ano
Mais um ano chega ao fim. É hora de festa,
de comemorar as conquistas, rever amigos, divertir-se.
Você é nosso convidado especial:
dia 10/12, no Petrópole Tênis Clube,
a partir das 22h, acontece uma festa para não
ser esquecida. Dessa vez, a festa de final de
ano vai ficar sob a responsabilidade do grupo
Depósito de Teatro, que realiza as tradicionais
Bagasextas. Uma festa nada convencional, com show
de variedades, quadros humorísticos, esquetes
teatrais e muita música. E não termina
por aí. A noite promete muitas surpresas:
o lançamento da revista Varas de fim ano
e a exibição de um vídeo
produzido especialmente para nós. Um show
de talento e irreverência, um teatro diferente,
uma proposta debochada, inesperada, inusitada.
Assim, nós vamos encerrar o ano e dar as
boas-vindas ao próximo, em alto-astral.
Os ingressos serão vendidos por R$ 10,00
para sindicalizados (que têm direito a adquirir
mais um pelo mesmo valor) e R$ 15,00 para não
sócios.
É
verão, é tempo de camping!
O verão está
chegando e logo nos lembramos dos dias de sol,
do mar e... do camping. Pensando na satisfação
dos usuários e devido a alguns problemas
ocorridos, o sindicato vai disciplinar o uso do
acampamento da praia de Cidreira para a próxima
temporada. Colegas não sindicalizados poderão
usar o camping, desde que um colega sindicalizado
fique responsável pelo uso no período
em que seu convidado usufruir o local. Nesse caso,
o sindicalizado deverá comunicar-se com
o setor administrativo, no Sintrajufe em Porto
Alegre, e obter termo de compromisso. O contato
pode ser pessoal, por e-mail (administrativo@sintrajufe.org.br)
ou fax. Será necessário informar
o nome do(s) hóspede(s), definir data de
entrada e saída e fazer o pagamento das
diárias diretamente no sindicato. Os valores
cobrados serão divulgados oportunamente
pela Secretaria de Administração.
Os sindicalizados não pagam diárias,
mas devem agendar o(s) período(s) em que
ficarão no camping.
Marcha
dos Sem dia 26 de novembro
Neste ano o tema é
Por um Brasil soberano, justo e solidário.
A promoção é da Coordenação
dos Movimentos Sociais.
Dia 26/11 Porto
Alegre
Concentração às 13h30min
no Planetário (Ipiranga, 2000
Sindicato
cancela dois convênios em janeiro
A partir de janeiro,
o Sintrajufe cancelará os convênios
SodexhoPass e Ticket Car. Eles não resultam
em custo direto para o sindicato, mas a taxa de
administração é de até
7%, paga pelos sindicalizados diretamente aos
fornecedores. No momento em que os produtos forem
adquiridos nos estabelecimentos comerciais (supermercados
e postos de gasolina), com cartões magnéticos
próprios, certamente haverá uma
boa economia.
Agenda
Dia
de Luta
1º/12 Dia de luta por melhores condições
de trabalho, na 1ª Instância da JF,
durante todo o dia.
Assembléia de base da JE
1º/12 13h30min, no TRE da Duque. Pauta:
prestação de contas do Sindjers
biênio 2002/2004, encerrado em junho deste
ano.
Sexta Básica
3/12 na sede, a partir das 20h, Sexta Básica
Oficinas do Sintrajufe e aniversário da
entidade.
Saúde do trabalhador
6/12 Florianópolis, 1ª Oficina
Interestadual Sul em Saúde do Trabalhador
RS/SC/PR.
Assembléia geral
8/12 Assembléia geral estadual,
na sede, a partir das 14h. Pauta: alteração
estatutária e prestação de
contas.
7º Encontro Estadual do NAF
9/12 Das 9h às 18h, no auditório
das Varas Trabalhistas, em Porto Alegre.
Agentes de segurança
9/12 reunião na sede, a partir das
19h. Na pauta, a reestruturação
do PCS, a Reforma do Judiciário e a realização
do Seminário dos Agentes em abril de 2005.
Festa do Recesso
10/12 No Petrópole Tênis Clube,
a partir das 22h.
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