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A greve
foi suspensa, mas continuamos na luta!
A assembléia geral
estadual do dia 13 de julho decidiu pela suspensão
da greve na Justiça do Trabalho, acompanhando
a indicação do Comando Estadual,
que contou com a presença, além
da Capital, de representantes de várias
cidades do interior e da Grande Porto Alegre.
A decisão levou em conta que o Rio Grande
do Sul era o único estado que permanecia
em greve no país, o recesso parlamentar
e a necessidade de manter a unidade da categoria
na mobilização na luta pela gratificação
da atividade judiciária (GAJ).
Foi aprovada também proposta, para ser
discutida na Reunião Ampliada da Fenajufe,
dia 18, de reconstrução de um calendário
nacional, com retorno à greve e/ou mobilizações
com compromisso de todos os estados em construir
essa mobilização.
É importante que cada setor avalie o processo
de greve e a sua participação nas
atividades, tendo em vista que continuamos na
luta e a necessidade da presença ativa,
principalmente dos colegas de Porto Alegre, pela
importância na visibilidade do movimento.
Começamos a greve dia 26 de maio com uma
proposta de zero por cento de aumento. Conseguimos,
com muita pressão, fazer com que o Supremo
Tribunal Federal apresentasse um projeto de aumento
da GAJ de 12% para 30% e o levasse ao Congresso.
Conseguimos que o STF criasse uma comissão
para discutir o Plano de Carreira. Conseguimos
que o governo, inicialmente avesso a apresentar
qualquer proposta aos servidores do Judiciário,
admitisse que a reivindicação pelo
aumento da GAJ é justa e fizesse estudos
para sua implementação.
Em resumo, colegas, conseguimos muito. E ainda
falta muito. Portanto, o caminho que temos a trilhar
é um só: manter a mobilização,
fortalecer a luta e vencer!
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Fenajufe tem Reunião Ampliada
neste final de semana
A Fenajufe realiza neste domingo,
dia 18, Reunião Ampliada, em Brasília.
Na reunião, a Fenajufe pretende discutir
com os representantes dos sindicatos o movimento
nacional grevista e o processo de negociação
entre o Judiciário e o Executivo em torno
da proposta de aumento da GAJ. Também serão
dados os informes, além da análise
da conjuntura nacional.
O Sintrajufe será representado pelos colegas
Eni, Alan, Fagner, Itamar, Zé Carlos e
pelo diretor Leonardo.
Acordo
com o TRT sobre os dias parados
No dia 13, a
comissão de negociação do
tribunal recebeu os diretores Leonardo e Silvana
e o colega Itamar. Também participaram
os oficiais de justiça Jaime e Evandro,
a fim de assegurar o pagamento da indenização
de transporte no período da greve, visto
que o serviço dos oficiais também
será posto em dia.
Ficou acertado que o acordo terá como base
os já firmados em greves anteriores, com
a compensação do trabalho e não
das horas. Desta vez, a proposta do TRT é
que os locais de trabalho deverão apresentar
ao tribunal, antecipadamente, um projeto de como
pretendem fazer a recuperação do
serviço e que o sindicato também
acompanhe esse processo. O prazo para a colocação
em dia do trabalho do período de greve
deverá ser de 120 dias. Após a finalização
da proposta, ela será discutida em assembléias
de base da Justiça do Trabalho, que acontecem
dia 21.
A direção do sindicato orienta os
colegas a fazerem um levantamento em cada setor
de trabalho para apurar o que se refere a atraso
de greve, a fim de facilitar o acompanhamento
da recuperação do trabalho e evitar
possíveis abusos. A responsabilidade pela
recuperação do serviço faz
parte de nosso compromisso com a população
usuária.
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Assembléias
de base Justiça do Trabalho
Para discutir proposta de
acordo com o TRT: na próxima quarta-feira,
dia 21 de julho, 13h, nas Varas Trabalhistas.
Os colegas do interior devem fazer assembléia
e enviar o resultado ao sindicato.
Pela
redução da jornada e contra o desemprego
Dia de Lutas mobiliza trabalhadores brasileiros
No dia 16 de julho, sexta-feira,
todas as regiões do estado participam de
atividade programada para Porto Alegre no Dia
Nacional de Mobilizações e Lutas,
promovido por entidades ligadas à Central
dos Movimentos Populares e à CUT. O dia
na capital gaúcha começa com um
acampamento na Praça da Matriz. Três
caminhadas pelas ruas centrais marcarão
a data. Os trabalhadores desempregados irão
realizar concentração, às
12h, na Delegacia Regional do Trabalho. No mesmo
horário, os professores se concentram em
frente à sede do Cpers/Sindicato. Os servidores
da Ufrgs se reúnem em frente à reitoria
da universidade às 13h30min. Em seguida,
todos irão se deslocar até o acampamento
montado na Praça da Matriz, onde acontece
um ato às 15h.
A campanha nacional O Brasil Quer Trabalhar, da
Coordenação dos Movimentos Sociais
(CMS), tem duas grandes metas no Rio Grande do
Sul: intensificar a coleta de assinaturas no abaixo-assinado
em defesa da redução da jornada
de trabalho sem redução de salários
e fortalecer o cadastro nacional de desempregados,
visando definir o perfil do desempregado brasileiro.
Lançada no dia 1º de maio, a campanha
vai se estender até o dia 7 de setembro,
quando acontece o Grito dos Excluídos.
O objetivo é entregar ao governo federal
o resultado do censo que traçarão
um perfil do desempregado brasileiro. As lideranças
da CMS acreditam que, com os resultados obtidos
com o censo dos desempregados, os governos, nas
três esferas, terão condições
de definir políticas concretas de geração
de emprego para esses trabalhadores.
Principais eixos
Retomada do crescimento econômico
Geração de empregos e melhores
salários
Manutenção e ampliação
dos direitos trabalhistas
Distribuição de renda
Redução das taxas de juros
Redução da jornada de trabalho
sem redução de salários
Serviços públicos de qualidade
Nova estrutura sindical
Aumento real de salário
Reforma agrária
Não à Alca e não à
renovação dos acordos com o FMI
Justiça
Eleitoral
Reunião com administração
do TRE discute o arrastão
Em razão da possibilidade
de retroação do último arrastão
(movimentação extraordinária),
solicitamos uma reunião preliminar com
a direção-geral do TRE. Nessa reunião,
o diretor-geral confirmou a emissão de
parecer pelo procurador regional Eleitoral que
opinou pela sustação dos pagamentos
relativos à movimentação
extraordinária ocorrida no ano de 2001,
baseado nas informações contidas
no processo administrativo que tramita no TRE-RS,
sem a devolução do já pago.
No entanto, nessa conversa preliminar, o diretor-geral
deixou claro que teremos (sindicato e comissão
de arrastados) a possibilidade de
manter diálogo com a presidência
do Tribunal, buscando convencer a administração
da gravidade de tal decisão e das razões
que justificam a manutenção da situação
presente, que de modo algum, no nosso entender,
são prejudiciais ao TRE.
Salientamos aos colegas que estaremos acompanhando
de perto o desenrolar desses fatos, inclusive
pela sua gravidade. Deixamos claro também
que já estamos nos precavendo para, se
necessário, atuar também na esfera
judicial.
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Conte
sua história
Em Caxias do Sul, colegas fazem debate
sobre as condições de trabalho
A greve também propiciou
momentos de discussão sobre nosso dia-a-dia
no trabalho. Em Caxias, os colegas se reuniram,
dia 7 de julho, para discutir condições
de trabalho no foro daquela cidade. Estavam lá
servidores, diretores de secretaria, presidentes
dos principais sindicatos caxienses, advogados,
o juiz aposentado Cláudio Höehr, o
diretor do foro e o presidente da subseção
da OAB, além dos diretores do Sintrajufe
Clarice, Alexandre e Leonardo.
Foram expostos números que revelam o enorme
desequilíbrio entre a quantidade de processos
e o número de servidores e varas. O colega
Roberto Ribeiro faz as seguintes comparações:
no ano de 2003, a VT de Lajeado recebeu 2.099
processos, enquanto a 3ª VT de Caxias recebeu
1.636, sendo que Lajeado conta com 21 servidores
e a 3ª VT de Caxias, com 12. Na VT Lajeado
há cerca de 99,95 processos por servidor;
na 3ª VT de Caxias há uma média
de 136, 36 processo por servidor; em Porto Alegre,
a relação é de uma vara trabalhista
por 40 mil habitantes, em Caxias, salta de uma
vara para 140 mil.
O médico do trabalho e assessor técnico
do Sintrajufe, Rogério Dornelles, falou
para os presentes sobre o impacto do excesso de
trabalho na saúde do servidor. Ele ressaltou
que esse quadro pode ocasionar doenças
ortopédico-musculares, depressão
e ansiedade, entre outras.
Os presidentes dos sindicatos que participaram
do debate relataram seus esforços para
que aumente o número de varas em Caxias.
Eles disseram que as varas atuais estão
trabalhando além de sua capacidade. O advogado
do Sindicato dos Metalúrgicos afirmou que
a entidade pretende ingressar com 3 mil ações,
mas está temerosa de que isso provoque
um colapso nos serviços da JT da cidade.
É preciso sensibilizar o TRT para
que, imediatamente, forneça mais servidores
e implante a 4ª vara trabalhista já
aprovada em lei, diz Roberto. Segundo ele,
mesmo isso não resolveria o problema, pois
uma cidade do porte econômico e populacional
de Caxias necessitaria contar com, no mínimo,
oito varas. Novo Hamburgo possui cinco varas do
Trabalho e Caxias, apenas três. Uma comissão
foi formada pelos setores presentes. Ela pretende
expor o problema ao TRT e reivindicar uma solução
urgente
Mande sua história
A cada edição
do T-Liga, publicaremos histórias de greve
relatados pelos colegas. Impressões, experiências,
vivências da última greve. Escreve
ou faça como o Roberto, de Caxias, que
conversou conosco.
Eleições
para o Sintrajufe acontecem no dia 18/8
Conforme havia sido definido
em acordo entre as chapas, terminado o período
de greve, retomamos o processo eleitoral. As eleições
para a nova diretoria do Sintrajufe ocorrerá
dia 18 de agosto. Estão aptos a votar todos
aqueles que se sindicalizaram até o dia
31 de março deste ano.
Estão concorrendo três chapas: chapa
1 Liberdade Alternativa Oposição
para Mudar; chapa 2 Bloco de Esquerda;
e chapa 3 Todos na Luta. As nominatas completas
de cada chapa podem ser consultadas na página
do Sintrajufe na Internet.
Também estará sendo eleito, na mesma
data, o novo Conselho Fiscal do Sintrajufe. Apenas
uma chapa está concorrendo, Todos na Luta.
Lei de
Falências traz prejuízo para trabalhadores
Os trabalhadores foram
os maiores prejudicados na votação
do dia 6 de julho no Senado, afirmou o presidente
da CUT nacional, Luiz Marinho, sobre o texto da
nova Lei de Falências aprovado pelos senadores.
O texto, que agora volta para apreciação
na Câmara dos Deputados, tem como principais
beneficiárias as instituições
financeiras e tira dos trabalhadores a preferência
dos créditos nos processos falimentares.
A proposta que defendíamos previa
que dívidas trabalhistas de até
R$ 120 mil seriam quitadas antes das demais. O
Senado reduziu esse valor para R$ 39 mil, ou seja,
para um terço daquilo que reivindicávamos,
disse Marinho.
Segundo o advogado que assessorou a CUT na elaboração
das propostas para a nova legislação,
o texto aprovado privilegiou o sistema financeira
em detrimento dos trabalhadores. Ele lembrou
que, no que se refere às dívidas
trabalhistas, ao ficar definido que os bancos
são preferenciais para a quitação
dos débitos, quando chegar o momento de
acertas as contas com os trabalhadores, existe
o risco de não haver mais recursos.
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Reforma
da Previdência
PEC paralela é aprovada pela Câmara
Muita gente tem perguntado
se a PEC paralela, uma vez aprovada e promulgada,
aumentaria o tempo de serviço público
exigido para requerer aposentadoria, alterando
o texto da emenda constitucional 41. A resposta
é não. Somente para os servidores
que optarem pela regra de transição
é que essa exigência passaria de
20 para 25 anos.
A PEC paralela foi concebida para amenizar os
efeitos da Reforma da Previdência, dando
ao funcionalismo outras opções mais
vantajosas para sua aposentadoria e, portanto,
não teria sentido incluir nela qualquer
nova exigência para a elegibilidade de benefícios
previdenciários em prejuízo do servidor.
Ela, em essência, trata de nove pontos:
1) integralidade,
2) paridade,
3) transição,
4) subteto
5) contribuição de inativo,
6) aposentadoria especial,
7) aposentadoria compulsória,
8) contribuição da empresa para
o INSS e
9) inclusão previdenciária.
Integralidade Garante
aposentadoria integral e paridade plena ao servidor
que, tendo ingressado no serviço público
até 31/12/2003, preencher os requisitos
da emenda constitucional 41 (35 ou 30 anos de
contribuição, se homem ou mulher,
60 ou 55 de idade, 20 anos de serviço público,
sendo dez na carreira e cinco no cargo). Revoga
o § único do art. 6º da EC 41.
Paridade Assegura paridade plena
a todos os servidores que, tendo ingressado no
serviço público até 31/12/2003,
preencherem as exigências para aposentadoria
integral (item anterior). Dizendo de outro modo,
estende a paridade plena do art. 7º da EC
41 aos servidores que se aposentarem com base
no art. 6º da própria EC 41.
Transição Possibilita
ao servidor que ingressou no serviço publico
até 16 de dezembro de 1998 se aposentar
integralmente e com paridade plena antes da idade
mínima exigida na emenda constitucional
41, desde que comprove tempo de contribuição
acima do exigido, no caso de 30 anos para a mulher
e 35 para o homem. Para cada ano que servidor
exceder no tempo de contribuição,
poderá reduzir ou abater um ano na idade
mínima. Exemplo: homem 36/59, 37/58, 38/57;
39/56, 40/55 etc. Este servidor ou servidora,
entretanto, terá que comprovar 25 anos
de serviço público, sendo 15 dos
quais na carreira e dez no cargo.
Subteto O subsídio de governador,
que é fixado como maior remuneração
paga ao servidor estadual, será de, no
mínimo, 50% do maior salário de
ministro do Supremo Tribunal Federal, o chamado
teto nacional, algo equivalente a R$ 19.170,00,
em valores de junho de 2004. Possibilita, ainda,
que emenda à Constituição
Estadual possa fixar subteto estadual em valor
igual ao subsídio de desembargador, que
equivale a 90,25% do subsídio de ministro
do STF.
Contribuição
de inativo O aposentado ou pensionista
do serviço público que for portador
de doença incapacitante, nos termos de
lei, ficará isento de contribuição
para a Previdência até o dobro do
teto do INSS, algo equivalente, em valores de
junho de 2004, a R$ 5.017,00. Essa isenção
está prevista no art. 1º da PEC paralela,
que acrescenta o § 21 ao art. 40 da Constituição
Federal com essa finalidade.
Aposentadorias especiais
Assegura aposentadoria especial,
nos termos de lei complementar, para os portadores
de deficiência, para os servidores que exercem
atividade de risco (policiais) e para os servidores
cujas atividades sejam exercidas sob condições
especiais que prejudiquem à saúde
ou à integridade física.
Aposentadoria compulsória
Aumenta a idade para aposentadoria
compulsória de 70 para 75 anos apenas e
exclusivamente para professores de instituição
pública de ensino superior. Portanto, somente
o professor de universidade pública, opcionalmente,
poderá trabalhar até os 75 anos,
estando todos os demais servidores sujeitos à
aposentadoria compulsória aos 70 anos de
idade.
Contribuição
da empresa para o INSS Modifica
o § 9º do art. 195 da Constituição
Federal para permitir que a contribuição
do empregador para a Previdência Social
(INSS) possa ter base de cálculo e alíquota
diferenciada em razão não apenas
da atividade econômica ou da utilização
intensiva de mão-de-obra, mas também
do porte da empresa ou da condição
estrutural do mercado de trabalho.
Inclusão previdenciária
Lei disporá sobre sistema
especial de inclusão previdenciária,
com alíquota e carências inferiores
às vigentes para os segurados em geral,
destinado a atender trabalhadores de baixa renda
e aqueles sem renda própria, desde que
pertencentes a família de baixa renda,
que se dediquem exclusivamente ao trabalho doméstico,
garantido-lhe o acesso a benefício de valor
igual a um salário mínimo.
A PEC paralela só entrará em vigor
após concluída a votação
em dois turnos na Câmara e no Senado. Por
enquanto, foi aprovado apenas o texto-base (substitutivo
do relator) em primeiro turno. Faltam ser votados
os destaques (dez ao todo, oito de bancada e dois
simples) para, em seguida, iniciar-se o segundo
turno na Câmara e depois ser submetida a
dois turnos no Senado.
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jornalista, analista político e diretor
de Documentação do Departamento
Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap),
presta assessoria parlamentar para a Fenajufe.
Memórias
e imagens da greve
Entre a primeira assembléia
geral estadual, realizada em 18 de maio, até
a volta ao trabalho, decidida no encontro de 13
de julho, foram 49 dias de muita luta, organização
e manifestações realizadas pela
categoria contra a proposta do governo de zero
por cento de reajuste. No período realizamos
assembléias de base, atos públicos,
caminhadas, almoços coletivos, arrastões,
visitas aos locais de trabalho, debates e assembléias
gerais. Apesar das dificuldades apresentadas em
alguns estados, aqui no RS a greve foi crescendo
dia-a-dia, principalmente no interior.
Clique
aqui e veja as fotos de Memórias e imagens
da greve
A
greve em números
9 assembléias
gerais
14 atos públicos
5 debates sobre plano de carreira e saúde
do trabalhador
1 debate na rádio Pampa entre integrantes
do
Comando Estadual a OAB e a Agetra
5 almoços coletivos
1 festa Arraial da Greve
1 Sexta Básica
16 viagens a 14 cidades do interior do
estado
41 faixas
1, 1 mil cartazes
entre 600 e 1.000 panfletos diários
10 mil adesivos
600 camisetas
atualização da página
na Internet em média três vezes ao
dia
cada boletim enviado a mais
de 2 mil servidores cadastrados
dezenas de releases à imprensa
dezenas de entrevistas
de diretores para rádios,
emissoras de TV e jornais
A grande
participação do interior
Em todas as greves, nossos
colegas dão um brilho especial ao movimento,
mas neste foi ainda mais destacado. As cidades
do interior deram uma grande lição
de consciência, companheirismo e mobilização.
A cada dia, eram anunciadas novas adesões.
Confira as cidades que participaram da greve:
Bento Gonçalves, Cachoeira do Sul, Cachoeirinha,
Canoas, Carazinho, Erechim, Gramado, Ijuí,
Novo Hamburgo, Osório, Palmeira das Missões,
Pelotas, Rio Grande, Santa Maria, Santana do Livramento,
Santa Rosa, Santa Vitória do Palmar, Santo
Ângelo, São Borja, São Jerônimo,
São Leopoldo, Sapiranga, Sapucaia do Sul,
Taquara, Taquari, Três Passos e Vacaria.
JE
e JF
Apesar do grande
esforço, os colegas da JF e da JE voltaram
ao trabalho após uma semana de paralisação
parcial. Mesmo assim, continuaram a participar
das principais atividades. Na JE, houve paralisações
de duas horas e, na JF, os colegas realizaram
paralisações de 24 horas nas datas
de assembléias gerais.
Ato
público
16/7 15h, na Praça da Matriz, Centro
de Porto Alegre, ato pelo Dia Nacional de Mobilizações
e Lutas
Núcleo dos Oficiais de Justiça
16/7 14h, na sede do Sintrajufe, reunião
do núcleo
Ampliada da Fenajufe
18/7 em Brasília
Assembléia de base da JT
21/7 13h, nas Varas Trabalhistas de Porto
Alegre. Pauta: discussão do acordo proposto
pelo TRT sobre os dias parados
Eleições do Sintrajufe
18/8 podem votar os sindicalizados até
o dia 31 de março.
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